Entrevistamos nossa aluna da CUOA Business School: Tierra Alexandreya Chess!

Tierra Alexandreya Chess, 21, nasceu em Nova Iorque e vivenciou a sua primeira viagem internacional com a IBS Americas, onde realizou o nosso curso International Management & Leadership, em janeiro de 2017 na CUOA Business School. Desde então, uma inquietação por conhecer novas culturas despertou – Tierra já visitou mais de 12 países e não pretende parar.

Confira a diferença que nosso programa fez em sua vida!



Você realizou o programa International Management & Leadership em CUOA, na Itália. Qual foi a experiência mais marcante que você teve?

Na Europa, nós podemos visitar quantos países quisermos. Isso não dá para fazer nos Estados Unidos. Além disso, o curso aborda assuntos que são atuais e importantes, como, por exemplo, lidar com negociações e principalmente, entender as pessoas e suas diferenças.



Qual foi o conhecimento obtido através dos professores que fez grande diferença em sua vida?

Os professores são de países diferentes, então houve muita diversidade. Pude fazer diversas perguntas sobre a cultura de cada um. Para dizer a verdade, tudo fez uma grande diferença na minha vida. Ir às Nações Unidas, aprender como conseguir um emprego lá, o contato que tivemos com os estudos de casos… tudo foi muito incrível!



Considerando a sua vida acadêmica, você se graduou na SUNY Plattsburgh, com diversos “minors” * em Economia, Finanças, etc. Por que você decidiu investir em um curso como os que a IBS AMERICAS oferece?

Os cursos estavam na minha grade de estudos, então pensei em obter créditos na universidade. Com a ajuda da IBS Americas, pude fazer isso em diferentes países e com diferentes pessoas. Valeu muito a pena! Espero que isso melhore o meu currículo e me ajude a arrumar um emprego em NY. O contato que tive com pessoas de mais de 10 culturas me ajudou muito!

*especializações



O curso trouxe novas perspectivas em sua área profissional?

Com certeza. Todo mundo sempre acha que o jeito deles de fazer algo é o melhor. Ir para a Itália me mostrou um cenário diferente. As pessoas agem e lidam com as coisas de outra forma. Essa experiência aumentou meus horizontes e me deu novas perspectivas. O que aprendi lá, geralmente, se aprende depois da faculdade e você tem que vivenciar isso por si mesmo.



O que você diria para alguém do seu país que está começando a ter o sonho de fazer um curso executivo internacional?

O mundo é muito grande. Há muito para aprender e vivenciar. Quando você visita outro país e conhece as pessoas, começa a entendê-las melhor. Eu reclamo muito do meu país, mas visitar outros países me fez dar mais valor ao meu.



Por que você escolheu a IBS Americas?

É engraçado, eu queria estudar no Havaí; estive lá por 6 meses e foi uma experiência um pouco ruim. Me falaram para não deixar de viajar pelo mundo, porque depois disso eu não queria mais. A reitora da minha universidade me apresentou a um aluno que viajou com a IBS, não era tão caro, minha universidade e minha mãe iriam me ajudar, pesquisei e pensei “ok, vou tentar”. Estou feliz por ter feito isso, pois aprendi muito. Agradeço até hoje por essa oportunidade.

A IBS Americas abriu os meus olhos para viajar. Atualmente tenho amigos de 10 países só por ter participado dos programas da IBS. É muito legal e gratificante ter essa conexão multicultural. Obrigada por isso, IBS!



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blog@ibs-americas.com!


Entrevistamos nosso aluno da Pearson College London: Filipe Alves!

Filipe de Souza Alves, 26 anos, está, juntamente com seus familiares, à frente de uma empresa bem-sucedida: a Implantec Health Care Technology®, instituição que presta serviço para diversas áreas da Saúde. Com grande conhecimento em Estratégias de Negócios, é válido dizer que sua vocação vai além do acaso – está no sangue. Nascido em Belo Horizonte e cursando o último ano de Engenharia Civil na Universidade Federal de Minas Gerais, Filipe realizou o nosso programa Contemporary Topics in Business Strategy em janeiro de 2018, na Pearson College London.

Conheça a experiência vivenciada pelo nosso aluno na faculdade britânica, a visão contemporânea sobre Negócios e um pouco de sua história, que é sinônimo de inquietude: a busca por conhecimento é de grande valia em sua vida.




Você realizou o curso Contemporary Topics in Business Strategy, na Pearson College London. Qual foi a experiência mais marcante que você teve lá?

O que mais marcou foi ter o contato com o Business em inglês. Eu já tenho o contato com o inglês acadêmico, mas nada voltado para a área de Business. Não tinha conhecimento do que estava acontecendo na Europa, de como a Gestão Estratégica é vista por lá. Então, foi muito importante obter esse conhecimento, que é feito de uma maneira bem interativa. Os professores são muito bons e os colegas de classe também ajudaram muito no desenvolvimento das aulas.

Estar imerso em um curso e em uma cidade movida a Business foi incrível. Eu sei que não são todas as pessoas que podem ter essa oportunidade, mas eu gostaria que isso fosse mais amplo. Acho que é importante para a formação do ser humano ter esse conhecimento.




Qual foi o aprendizado mais significativo que você obteve com os professores?

Eu tenho um pouco de dificuldade com o que aprendo no quadro e o que realizo na prática do dia a dia. Mas, eles conseguiram viabilizar essa relação de aprendizado e o que fazer na vida real. Uma coisa que eu tinha dificuldade em fazer, por exemplo, era saber como aplicar um PDCA, uma análise SWOT na prática. Isso foi um ganho muito significante.



Qual característica profissional não tinha a sua atenção antes, mas se desenvolveu em você depois do curso?

Analisar de modo amplo uma empresa. Antes eu analisava achando que cada função trabalhava de modo separado, mas depois desse curso eu vejo que todas as pessoas que integram uma empresa são multitarefas. Se as pessoas trabalham de maneira complementar, exercendo a sua função e podendo exercer outras funções, a empresa se completa.



O que fez você perceber que precisava investir em curso executivo internacional?

Nós temos uma empresa familiar. Irei me formar em breve e meus irmãos e eu queremos assumir a empresa. Só que para assumir um negócio, precisamos ter conhecimento, e nada melhor que buscar conhecimento fora do país. Conhecimento aqui no Brasil eu tenho, então quis buscar conhecimento em outra cultura, ver como as coisas funcionavam lá fora, porque querendo ou não é muito diferente o tempo que eles estão vivendo na Europa, com o tempo que estamos vivendo aqui no Brasil.

Por que eu digo isso? Vamos pensar em um exemplo básico: carros. A tecnologia europeia é muito mais avançada quando se compara com a do Brasil. Vamos falar agora da minha área: Engenharia Civil. O que eu aprendo hoje no meu curso é o que era aprendido há 15 anos na Inglaterra. Então, há essa defasagem de 15 anos de estudo. A grade curricular na Europa é bem diferente da grade curricular do Brasil. Lá, você se forma Engenheiro em três anos. Aqui, no Brasil, são cinco anos para você se formar. Qual a diferença? A diferença é que você escolhe a área que você quer atuar desde o início do curso, por isso são três anos. No Brasil é diferente. Você se forma Engenheiro de tudo, se podemos assim dizer: conhecendo um pouco de tudo e não de tudo um pouco.



E você acha que saber um pouco de tudo é pior?

Na minha opinião, voltado para a área de Engenharia, eu acho que é pior. Outra coisa, lá os estudantes têm experiência de campo, nós não temos experiência nenhuma em campo na faculdade. Se tiver um tijolo, areia e cimento, não consigo construir nada. É muito teórico. Na minha universidade, nós somos Engenheiros de Concepção, para pensar sobre o que será feito. Eu concordo em partes. Acho que deve existir um pouco de conhecimento de concepção e um pouco de conhecimento prático, porque nem tudo que é teórico funciona na prática. Há muitos fatores que estão limitados. Então, já dá para perceber a diferença do ensino que é praticado aqui e na Europa.



Estudar sempre foi algo importante para você ou surgiu conforme o tempo?

São poucas as áreas que eu tenho prazer em estudar. Na parte de Business, Gestão etc., eu estudo sozinho porque é uma coisa que eu gosto. A cada quinze dias, tenho aula com um professor, que é tipo um mentor para mim. Ele faz um encontro com vários estudantes para aprendermos casos de Harvard, MBA, coisas assim. Analisamos tomadas de decisões em diversas empresas e em diferentes áreas, assim, consigo adquirir um pouco de conhecimento, tanto para a vida, quanto para o negócio. Eu gosto disso.



Por que você escolheu a IBS Americas?

Eu pesquisei muito antes de escolher. Sou muito de pesquisar. Então, quis saber quem era a IBS Americas: o que vocês fazem, como são os cursos, etc. O contato inicial surgiu graças ao Prof. Ricardo, pois ele tem uma comunicação com a minha Universidade e recebi em meu e-mail um aviso sobre os cursos que estavam sendo oferecidos pela IBS. Refleti sobre isso em casa e decidi mandar o meu currículo para ver se ia ser aceito no processo de bolsas de estudos. Eu já estava procurando algo para desenvolver uma parte que não tinha desenvolvido ainda, que é a área de Business. Então, estava procurando algo diferente de um intercâmbio convencional. Foi um processo de pesquisa e custo-benefício. Eu não chego de cara e escolho sem pensar ou pesquisar. E valeu muito a pena!


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5 dicas para quem vai viajar ao exterior pela primeira vez

Sempre que saímos da nossa zona de conforto sentimos medo e insegurança. Mas, às vezes, alcançar um objetivo, um sonho, é justamente isso. Conhecer lugares novos e culturas diferentes é uma experiência única para cada um. Se esse é o seu objetivo, saiba que o processo é burocrático e você pode se perder.
Por isso, separamos aqui, cinco dicas para tornar a sua viagem mais prática. Confira!



1. Passaporte, visto e vacinas

Esse primeiro passo pode ser cansativo, mas é melhor realizar isso antes e depois cuidar das exigências mais simples. O passaporte e visto é praticamente obrigatório em todos os destinos internacionais, apenas alguns países da América do Sul exigem somente o visto (veja a lista de países que solicitam ou não o visto para brasileiros aqui). Então, não deixe de providenciar esses documentos – quanto mais rápido melhor. Caso você já possua um passaporte e ele está perto de vencer, consulte as regras do país de destino sobre a renovação e validade do documento.

É essencial pesquisar se entre as fronteiras do seu destino é obrigatória alguma vacina. Informações como a lista completa de vacinas e retirada do Certificado Internacional de Vacinação (CIVP), estão disponíveis no site da Anvisa. Cuide da sua saúde! A realização de um seguro viagem internacional pode ser uma boa opção.



2. Organização

Organização é imprescindível em uma viagem, principalmente internacional. Uma dica muito bacana é fazer um diário de viagem, anotando por data os endereços dos hotéis (ou hotel) que você vai ficar, lugares que você pretende visitar e o translato necessário para esses destinos. Por segurança, deixe essas informações com alguém de confiança em seu país de origem.

Pesquise sobre o seu destino. Leia bastante sobre os locais que você pretende visitar, lugares que são perigosos, onde é mais caro e as últimas notícias que andam circulando na mídia. Esteja de cabeça aberta para novas experiências e amizades, assim como frustrações, pois você vai estar sozinho(a) e precisará lidar com imprevistos.



3. Comunicação

Se prepare para perder a vergonha, ou pelo menos tentar. A partir do momento que você está sozinho(a) em um país diferente, a necessidade de se comunicar com as pessoas é inevitável. A tecnologia pode te auxiliar muito, existem aplicativos de tradução, assim como para locomoção. Mas, não vá dependendo apenas do seu smartphone, tenha essas informações em papel, como já dissemos na dica anterior. Imprima mapas e ande com um dicionário do idioma local.

Para utilizar o seu númerode celular no exterior, você deve contatar a sua operadora e questionar sobre a habilitação do serviço de roaming internacional. Esse serviço costuma ser cobrado, então vai de você decidir se vale ou não a pena adquiri-lo, assim como comprar um SIM CARD nas operadoras locais do seu destino. Há algumas operadoras (MySimTravel, EasySim4U, Fale.Global etc.) que vendem chips pré-pagos internacionais, com o funcionamento em diversos países.

Se você não quer gastar dinheiro com isso, pode utilizar a rede Wi-Fi dos hotéis, restaurantes e bares locais, realizando ligações por aplicativos como Skype e WhatsApp. Porém, não é a opção mais segura. Se acontecer algum imprevisto você não conseguirá entrar em contato com ninguém.



4. Dinheiro

Defina o objetivo da viagem (compras, turismo, estudo etc.) e faça uma lista somando todos os gastos previstos: alimentação, transporte, hotel. Não esqueça de reservar uma quantia extra pra possíveis emergências, tudo isso realizando o cálculo de conversão de uma moeda para outra. Procure comprar a moeda do seu destino em seu país de origem, assim você terá uma coisa a menos para resolver na sua viagem.

Se você precisar trocar notas de grande valor, faça isso em lugares seguros, comércios grandes ou hotéis. Isso evita o recebimento de notas falsas. Outra dica bacana é dividir o seu dinheiro. Leve uma quantia em espécie e outra em cartão (válido em seu país de destino), desta maneira, em casos de furtos ou roubos você não estará totalmente sem dinheiro.



5. Bagagem

As regras para voos internacionais são diferentes dos voos nacionais, inclusive para as bagagens de mão e malas que serão despachadas. Atente-se para não exceder o limite permitido no volume de sua bagagem e ser barrado no check-in. A quantidade permitida varia entre as companhias aéreas (consulte também os objetos que não são permitidos nos voos internacionais, como remédios, líquidos, alimentos etc). Verifique essa informação com antecedência para levar só necessário em sua viagem, evitando carregar muito peso sem necessidade, ainda mais para viagens longas.
Pesquise a meteorologia do seu destino nas datas da viagem, levando as roupas adequadas (sem esquecer aquele casaco de frio). Para não ter aquela confusão no momento de retirar a sua bagagem (e para mais segurança), procure trancá-la com um cadeado, lacre, capa e até mesmo o serviço de embalagem que os aeroportos oferecem podem ser uma boa opção. Identifique a sua mala com uma fita colorida, por exemplo, e uma etiqueta contendo as suas principais informações como telefone, e-mail e endereço.
Em sua bagagem de mão, leve o essencial: documentos, dinheiro, celular, reservas do hotel e coisas de valor. Por precaução, algumas roupas. Há um risco pequeno da sua mala ser extraviada, mas mantenha a calma, a companhia aérea deve te auxiliar. Lembre-se: imprevistos irão acontecer.


A IBS Americas possui uma equipe que está comprometida em auxiliar nossos alunos nas possíveis dúvidas que possam surgir antes, durante e depois do programa. Você pode conferir todos os nossos cursos executivos e destinos aqui.



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Curiosidades sobre California State University – Northridge

A California State University – Northridge, está localizada em uma das regiões que é o centro de grandes avanços tecnológicos e locais turísticos reconhecidos mundialmente. Dada a representatividade da Califórnia no mercado financeiro, se fosse um país, seria a 5ª maior economia do mundo, com um PIB de US$ 2,7 bilhões de dólares, ultrapassando o Reino Unido.

Desde 1952, CSUN vem conquistando grandes méritos e se tornando sinônimo em educação de ponta. Pensando nisso, resolvemos destacar algumas curiosidades sobre nossa universidade parceira. Confira abaixo!



1. A quantidade de programas que a universidade oferece é imensa, juntamente com a qualificação do corpo docente

CSUN possui 134 cursos de Bacharelado e 70 cursos diferenciados de Mestrado. Oito membros do corpo docente conseguiram o respeitado Guggenheim Fellowships, para pesquisas e atividades criativas; e 59 conquistaram o prêmio Fulbright, para ensinar no exterior. Com certeza, a experiência de estudar com esses professores é incrível.



2.
Provavelmente você já viu CSUN no cinema

A universidade possui uma arquitetura muito moderna e está localizada a 30 minutos de Hollywood, fazendo com que o campus seja palco de produções cinematográficas e televisivas. Como, por exemplo, American Idol, Arrested Development, Chuck, Dexter, My Name Is Earl, CSI: Crime Scene Investigation, Criminal Minds, Comandante em Chefe, Van Wilder, Six Feet Under, Battlestar Galactica, Legalmente Loira 2 e muito mais!



3. Ex-alunos notáveis que se formaram na California State University, Northridge

Muitas pessoas que você nem imagina se formaram na universidade mais popular da Califórnia (Helen Hunt, Alyson Hannigan, Linda Lingle etc.), confira algumas personalidades:



4. CSUN investe avidamente em questões sociais no âmbito educacional

A universidade abriga o Centro Nacional de Surdez, que desde 1972 apoia os alunos com deficiência auditiva do campus e atua como um local de orientação acadêmica. Ao disponibilizar intérpretes de linguagem de sinais e equipamentos tecnológicos, o local se torna referência – em 2008, aproximadamente 200 alunos surdos foram atendidos. A CSUN também sedia anualmente a Conferência Internacional sobre Tecnologia e Pessoas com Deficiência.

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Principais dúvidas sobre os cursos da IBS Americas

Você tem dúvidas sobre os nossos programas e os critérios necessários para obter a Bolsa de Estudo? Pensando nisso, resolvemos responder de uma forma clara e objetiva os principais questionamentos que surgem diariamente aqui, na IBS Americas.

A sua dúvida pode estar abaixo, confira!



1. Como fazer a escolha correta do meu programa?

Em nosso site você pode analisar detalhadamente todos os cursos que oferecemos. Como o número de programas que coordenamos é grande, se torna compreensível que você fique em dúvida ao escolher o curso mais adequado para a sua carreira. Por isso, você pode consultar a nossa equipe ou solicitar atendimento com um Professor Coordenador da IBS Americas.

Para agendar um horário, entre em contato conosco através do e-mail info@ibs-americas.com ou ligue (11) 3262-2782.



2. O que preciso fazer para solicitar a bolsa de estudo?

É necessária a solicitação do formulário de bolsa (Application Form), onde você irá informar: curso de interesse, dados pessoais, profissionais e acadêmicos. Em seguida, a IBS Americas entrará em contato para agendar uma entrevista via Skype ou telefone, com o Diretor Acadêmico do programa, que analisará o seu formulário e perfil, visando à máxima aderência ao programa escolhido. O próximo passo é aguardar um retorno via e-mail informando se a bolsa foi aprovada.



3. Posso me candidatar para mais de um curso? E solicitar duas bolsas de estudo?

Não. Recomendamos que você escolha o programa que mais se adeque ao seu perfil e interesse. Caso você não tenha certeza, consulte nossa equipe.



4. Como efetivar a minha matrícula?

Após o recebimento do contrato, para que a matrícula seja efetivada pela universidade, é imprescindível o pagamento da primeira parcela e das demais, conforme apresentado no contrato. A não efetivação dos pagamentos cancelará sua matrícula.

  • O curso pode ser parcelado em até 16x, desde que não apresente pendências financeiras em até 45 dias antes da realização do programa.
  • Não é possível deixar pagamentos em aberto para quitação posterior.
  • A cotação da moeda estrangeira no contrato será a turismo-venda do dia da emissão do contrato.
  • Antes do início do programa, é verificado se houve flutuação nas taxas de emissão de câmbio para acerto da diferença cambial.
  • No pagamento à vista, a IBS Americas oferece quitação completa do valor do programa sem aplicação da vairação cambial.



5. A IBS Americas auxilia na preparação da viagem, como: passaporte/visto, passagem, hospedagem etc.?

Sim. Nós fornecemos todas as informações necessárias para que a experiência seja da melhor maneira possível. Desde como tirar o passaporte; obter o visto; reservar a acomodação com tarifas especiais (lembrando que há programas onde o aluno pode se hospedar na própria universidade); agências de turismo para aquisição da passagem aérea etc.

Nossas ações preparatórias começam 6 meses antes da viagem. Além disso, organizamos encontros preparatórios online, nos quais os Coordenadores da turma fornecem informações importantes, respondendo dúvidas ao vivo. O primeiro encontro ocorre cinco meses antes da viagem e o segundo encontro, um mês antes.



6. Preciso ser fluente em inglês?

Não. Para realizar os nossos cursos é necessário que o aluno possua fluência na língua inglesa de nível intermediário para avançado, pois as aulas são ministradas em inglês sem tradução, e o curso conta com apresentações, discussões de casos e outras atividades práticas que exigem proficiência no idioma.

Já para realizar o nosso curso Business English, o aluno precisa ter pelo menos, proficiência em nível básico.



7. A IBS Americas exige a realização de GRE, GMAT, TOEFL etc.?

Não. Como nossos cursos executivos são de curta duração, não há a exigência dos certificados internacionais mencionados acima. Caso você já tenha alguma certificação comprobatória de fluência em língua inglesa, pode enviar para a IBS Americas que a coordenação irá verificar a possibilidade da isenção do teste de inglês realizado pela escola.



8. Não terminei a faculdade. Posso participar dos programas?

Sim! Porém, no momento da viagem o aluno deve estar cursando a partir do 5° semestre de um curso superior – a universidade internacional requer o envio do comprovante de matrícula e histórico escolar.




A sua dúvida não foi respondida aqui? Então, mande um e-mail para info@ibs-americas.com, e receba também mais informações sobre os nossos cursos executivos internacionais.

Entrevistamos nossa aluna da State University of New York: Andrea Pereira García!

Com 14 anos de experiência na área Administrativa e 11 anos na área Financeira e Contábil, Andrea Pereira Garcia, de 46 anos, ocupa atualmente um cargo na Presidência da República Oriental do Uruguai e conta sobre a vivência que teve em State University of New York – New Paltz, sendo a sua primeira viagem internacional.

Demonstrando sua ótica humana e social ao abordar o tema Finanças, Andrea fala o que espera para o futuro da área que atua no país e fornece detalhes de sua trajetória profissional e pessoal. Determinação e resiliência fez com que ela atravessasse 120 km da sua cidade no interior do país (Nueva Helvecia, Colônia), até a capital Montevidéu, para estudar e trabalhar, alcançando hoje uma posição que é objetivo de muitos. Quer saber como? Confira abaixo a entrevista completa:


Você realizou o curso Corporate Financial Management na State University of New York – New Paltz. Qual aprendizado obtido neste programa teve maior influência em sua carreira profissional?

O maior aprendizado que tive foi uma espécie de “ruptura mental”, sobre o modo de fazer as coisas e como comunicá-las, profissionalmente falando. Eu nunca tinha saído do país, então quando cheguei aos Estados Unidos a necessidade de abrir minha mente e tentar me comunicar em outro idioma foi o aprendizado mais difícil que enfrentei. Depois de cruzar essa barreira, aquela fronteira mental, percebi que o nível profissional ali tinha um campo de ação muito amplo e desafios além do que eu conhecia em meu próprio país.

Foi um curso acelerado, mentalmente falando. Eu tive uma direção muito intensa no setor bancário, no mercado de ações como um todo. Adquiri uma visão real em Manhattan, onde visitamos empresas locais e isso me mostrou algo que eu não sabia, era muito mais do que eu praticava no Uruguai. Naquela época, tive uma ótima reflexão sobre o que estava fazendo no Uruguai e o que você poderia fazer depois do curso.


Qual foi a experiência mais marcante para a sua vida pessoal que você teve em SUNY?

O calor humano dos professores foi o maior prazer que trouxe comigo. Ainda tenho contato com o Professor Edward Lane e estou orientando minha carreira profissional com seu conselho. O Professor Phillip James me ajudou muito a melhorar o inglês, ele foi muito gentil, me dando informações que eu precisava desenvolver melhor no curso. Houve uma troca de conhecimentos muito agradável e fluida que marcou um antes e um depois, tanto na parte humana quanto na profissional.


Quando você pensa sobre a sua trajetória profissional, qual atitude foi essencial para você chegar onde está hoje?

Minha vida pessoal nunca foi fácil. A educação no Uruguai é de fácil acesso, mas eu nasci em uma cidade no interior do país, sendo que as universidades estão centralizadas na capital. Portanto, quando você não tem os meios, o esforço econômico que você deve fazer para chegar à capital e recorrer a esses estudos é bastante importante. Determinação e resiliência foram atitudes essenciais.

Determinação porque tive que deixar minha cidade de 14.000 habitantes (na época eu trabalhava em uma padaria) e me mudar para a capital, longe da minha família para trabalhar em uma indústria têxtil para cobrir minhas despesas diárias. Resiliência para me adaptar a situações adversas que se apresentavam vivendo em uma cidade diferente da minha. Tenho trabalhado para o Governo há onze anos na área de Finanças e Contabilidade e vejo que ambas as qualidades me ajudaram a alcançar a posição em que estou hoje.


Qual foi a maior dificuldade que você teve que enfrentar em sua carreira?

Há duas coisas que me marcaram: um teste para ingressar no escritório do Governo, no qual eu competi com 350 candidatos. Foi um processo bastante difícil, pois a prova abordava assuntos como projetos financeiros internacionais, algo que as universidades não se aprofundam além dos livros. A realidade é bem diferente. A segunda acho que foi deixar o país pela primeira vez com a IBS Americas, encarar o medo. Se você não o enfrenta, acaba se tornando uma barreira em sua vida que você pode não superar.


Você sempre gostou de estudar?

Sim, eu sempre gostei de ler! Academicamente falando, eu sempre fui uma pessoa que se destacava na escola. O único inconveniente mesmo era ter que me locomover 120 Km da minha cidade natal para a capital, mas não me arrependo porque consegui o que estava procurando.


Alguém te inspirou? Ou ajudou nesse processo para continuar estudando e não desistir?

Tive autores muito importantes, como Miguel Alonso Puig, Robbins Tony, Warren Buffet, Robert Kiyosaki, que me ajudaram a mudar minha maneira de ver as coisas e dar um próximo passo em minha vida.


Falamos da dificuldade. E qual foi a maior conquista?

Essa é uma boa pergunta. Eu acho que além de um título, construir contatos, redes humanas, o que chamamos de “Networking”, ter pessoas ao redor que em algum momento podem te ajudar a crescer, e que você também de algum modo deu algo em troca, eu acho que isso vale mais que um livro.


Com essa experiência internacional, qual é a sua visão do futuro da área de Administração e Finanças das Microempresas? Quando você pensa daqui 50 anos, como vai ser?

Essa é uma pergunta que eu sempre me questionei quanto entrei na universidade; o Microfinanciamento, isto é, o financiamento orientado para as microempresas. Me parece que deveria ter uma prioridade muito mais importante do que há atualmente. Eu acho que antes de chegar à universidade, os estudantes devem aprender os princípios fundamentais da educação financeira e ter clareza sobre quais organizações e quais ferramentas eles têm em seu país para realizar uma empresa. Uma vez que muitos estudantes são forçados a ter um emprego enquanto estudam, o gerenciamento efetivo de sua renda determina sua liberdade financeira. É por isso que acredito que deve haver administração e finanças pessoais como assunto nas escolas públicas e nas escolas secundárias para aqueles que não entram na universidade e querem desenvolver um empreendimento.

Hoje, estou na AJE (Associação de Jovens Empreendedores – Uruguai) e quando chegam pela primeira vez, todos fazem a mesma pergunta: “Como posso ter acesso a financiamento para realizar meu projeto?”. Embora existam algumas organizações, o empreendedor ainda está um pouco “perdido” no universo das instituições que o concedem. Acho que deveria haver mais acesso a informações desse tipo. Se empreendimentos comerciais ou idéias, que representam uma parte do produto interno bruto (PIB) do país, não têm um bom acesso à informação, uma estrutura educacional para desenvolver microempresas, não estamos dando a devida importância que isso merece. Há uma economia tradicional e hoje, com a tecnologia e com o aumento de geradores de novas ideias de negócio, os jovens querem fazer algo mais. Acredito que o microfinanciamento deve ter um lugar de importância na área educacional.

Eu tenho um projeto ambiental e é por isso que estou na AJE (Associação Nacional de Jovens Empresários). Na universidade realizei um projeto de pesquisa sobre quais características em comum têm os empreendedores no Uruguai. Com isso, procuramos saber que qualidades comuns um empreendedor possui e que outras não possuem ou não desenvolvem. Além disso, pessoalmente, em minha preocupação com o meio ambiente, estou iniciando uma ideia de negócio, mas está no estágio de viabilidade, isto é, se é possível ou não que seja lucrativo e que funcione em nosso país. Então, quando me fazem essa pergunta, respondo por minha própria experiência: que o microfinanciamento deveria ter um foco maior de estudo dentro das universidades; e antes de chegar a ele, é necessário mais treinamento e maior incentivo das agências estatais como privadas.


O que você diria para o estudante que está começando agora nesse ramo?

Sempre tenha a preocupação de buscar mais informações do que te fornecem, você tem que ter essa preocupação em ser autodidata, usando a tecnologia como uma ferramenta, uma aliada. Hoje existem cursos profissionais on-line, gratuitos, o acesso para aprender outro idioma também é maior. Seja curioso, não deixe de ter curiosidade e utilizar a tecnologia.



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Business Strategy & Marketing Management: confira a entrevista de nossa aluna!

Jamile Feitosa da Cunha, 28, reside na cidade de São Paulo e exerce um cargo de Liderança no Bradesco. Nossa aluna pela terceira vez, realizou o programa Business Strategy & Marketing Management na CUOA Business School em janeiro deste ano.
Confira um pouco sobre a sua experiência internacional, seu olhar sobre o futuro da profissão e um conselho para aqueles que pretendem ingressar na área!

Você realizou o curso Business Strategy & Marketing Management em CUOA. Foi o seu primeiro curso fora do país?

Não. Foi o terceiro! Eu já realizei dois programas com a IBS Americas, o curso Leading & Coaching the Human Organization e Strategic Thinking. Foi uma experiência incrível pela troca cultural que a IBS proporciona nesses programas. Todas as minhas experiências foram maravilhosas, mas cada uma tem sua particularidade.
Por mais que a gente identifique em outras culturas alguns aspectos que são totalmente divergentes, existem outros totalmente convergentes quando a gente fala de sentimento, da saudade, então sempre nos conectamos muito com as pessoas. Aquela curiosidade boa que surge em conhecer um pouco a história do outro. Os programas de curta duração me permitiram, no período em que participei, me auto conhecer.

Qual foi o grande diferencial dessa viagem?

Em CUOA eu tive uma oportunidade mais latente em vivenciar uma troca intercultural. Os dois primeiros programas foram nos EUA e embora houvesse estudantes internacionais na minha turma, em CUOA isso foi mais especial. Temos o fator de que a Europa é muito próxima dos países ao redor e acaba sendo mais fácil a locomoção. Isso permite uma experiência muito mais aprofundada. O próprio programa da IBS oferece uma visita à Suíça, então você acaba lidando com diferentes idiomas: o curso é em inglês, fora da escola italiano, aí você vai para a Suíça e falam francês. Isso para mim foi o fator mais importante e mais relevante desta última experiência. Despertou ainda mais minha motivação em aprender outros idiomas.
A preparação muitas vezes não requer competência, ela requer disposição. Quando você tem disposição, a competência você adquire pelo esforço. Pela primeira vez eu compartilhei o meu quarto com uma aluna que não era brasileira, me permiti ter esse desafio e ela se tornou uma grande amiga do Egito. Gostávamos dos mesmos filmes, os mesmos estilos de música! Entendi um pouco mais sobre a globalização que vivemos. Ao mesmo tempo que o mundo é grande, ele acabou se tornando menor.

Jamile no Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, localizado no centro da cidade de Roma, capital da Itália

Me conte um pouco sobre a sua trajetória profissional. Foi difícil chegar onde você está hoje?

Foi! Tudo é um desafio. Nada vem de graça e tudo se conquista. O meu primeiro emprego foi como aprendiz na Sabesp. Ingressei na área Engenharia de manutenção. Por dois anos eu tive a oportunidade de aprender sobre técnicas administrativas e engenharia, já que eu trabalhava diretamente com engenheiros civis, elétricos e mecânicos de lá. Eu trabalhava de segunda a quinta, às sextas feiras eu tinha um curso gratuito no SENAI como agente administrativo e de noite fazia o colegial regular na escola. Desde o início eu sempre fui muito desafiadora.

Dois anos depois saí da Sabesp e fui chamada pela Fundação Bradesco. Fui contratada como temporária no departamento de Tecnologia Educacional que tem uma área chamada “escola virtual” e até hoje esse site está disponível, oferecendo cursos e-learning . Tive a oportunidade de lidar com uma comunidade carente, comecei cuidando dos cursos da Intel Corporation em parceria com a Bradesco. Eles disponibilizavam monitores nessas comunidades para dar cursos sobre Excel, Word, pacote Office básico e sistemas operacionais. Foi a minha primeira experiência com a licenciatura. Foi maravilhoso! Fiquei lá por um ano e neste período fui chamada para fazer um curso técnico em informática. No término desse curso é permitido tentar ingressar em uma área de TI no Banco como Trainee. Fiz o processo seletivo e passei. Fiquei lá por 9 anos, trabalhando como Analista de Sistemas. Nesses tempo muita coisa aconteceu! Fui adquirindo experiência e fui promovida a Júnior, a Pleno e quando eu estava em um estágio de Senioridade, um ano atrás, recebi um convite para mudar de área.

Hoje eu componho o time do DCPS, que é o Departamento de Produtos do Banco. Fui convidada a abrir uma área que não existia até então. Atualmente estou estruturando junto com um time o escritório de Projetos, onde eu lidero essa equipe. E meu desafio é construir não apenas uma equipe, um departamento, mas principalmente desenvolver pessoas. Acho que a coisa mais nobre de ser líder, não é a posição hierárquica e nem o prestígio que isso te dá, mas sim a oportunidade de fazer a diferença na vida das pessoas. Saber que as suas decisões impactam diretamente a vida de alguém. Ser líder exige muita cautela, percepção e discernimento. Estar sempre atento aos detalhes. E uma coisa que eu acho que ajuda muito é quando se faz isso com naturalidade. Quando está dentro de você esse amor pelas pessoas, esse respeito. Eu acredito que a liderança tem que partir pelo exemplo. Você está ali para ensinar, aperfeiçoar pessoas.

Jamile na Fontana di Trevi.

Com toda bagagem que você carrega, qual a visão que você tem sobre o futuro da sua profissão?

Acredito que a minha área hoje está em potencial crescimento e que vai fazer muita diferença na melhoria da eficiência operacional dentro do Banco. O meu maior motivador e propósito em fazer tudo isso é simplesmente devolver à sociedade produtos e serviços bancários melhores.
O mercado está mudando e vai trazer inovações. A minha área hoje é uma área estratégica e propulsora a esse tipo de inovação. Eu lido com projetos e projetos são o futuro. Temos que pensar muito além da questão corporativa, mas também em âmbito da sociedade. Ao mesmo tempo em que eu lidero, eu ensino, e isso enriquece tanto a mim quanto a eles. Eu me preocupo em gerar sucessores.

O que você diria para o profissional que está começando como Analista de Sistemas?

Eu falaria assim: “Seja curioso!”. Aprenda tudo que você puder. Um Analista de Sistemas tem que estar sempre se atualizando, não existe aquela coisa arcaica de “fiz a minha faculdade, fiz meu MBA e tá bom”. Todo momento somos bombardeados por novas tendências, novos sistemas e aplicativos. Então, tem que estar sempre se atualizando. É importante essa curiosidade, ela desperta o aprendizado. A área de TI permite essas descobertas que revolucionam o mundo. Veja o Facebook, o Google, Netflix. Todas essas grandes empresas que vemos hoje nasceram de um estudante que simplesmente percebeu algo que ninguém ainda havia percebido que dava para fazer.
Eu acho que a área de TI exige muita disciplina e tem um viés empreendedor, por que ao mesmo tempo que você precisa se aperfeiçoar, você tem a oportunidade de criar sistemas que revolucionam a sociedade. O meu conselho seria esse: seja curioso, estude. Em tudo que você fizer, dê o seu melhor.

O que fez você escolher a IBS Americas?

Olha, foi muito interessante! O primeiro contato que eu tive com a IBS foi através do site da faculdade FIAP, onde eu cursava o meu MBA em Gestão de Tecnologia. Um dia, através dessa mudança que surgiu em mim sobre começar a planejar o meu futuro, decidi fazer um intercâmbio internacional. Descobri a IBS, me informei sobre os cursos, achei interessante e liguei para saber mais sobre a proposta. A IBS oferece bolsa de estudos em parceria com a faculdade, o que me ajudou muito. Com a cara e a coragem, me inscrevi para um programa de intercâmbio. Isso foi um grande salto na minha vida. Foi extremamente enriquecedor, uma experiência tão maravilhosa que eu voltei duas vezes!

Em termos de networking a IBS me ajudou muito. A maioria dos alunos tem alguma vivência no mundo corporativo e isso permite um debate muito enriquecedor. Você começa a entender um pouco como outras empresas funcionam, como você está se posicionando. Para quem trabalha no meio corporativo, isso tem muito valor.


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Por que fazer o meu curso internacional na Itália?

A escolha do destino ao realizar um curso internacional é muito importante e cheia de hesitações, envolvendo pesquisas, depoimentos, orçamento, cultura, influência econômica etc. Grandes pontos são colocados em xeque quando uma decisão tão significativa precisa ser feita.
Vamos mencionar abaixo pontos que merecem destaque para você, que está inclinado a escolher a Europa como destino do seu curso executivo internacional.


A Itália pode ser um verdadeiro museu ao ar livre

O país abriga tantas obras histórias que foi denominada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), o país com maior número de lugares considerados Patrimônio Mundial. Isso não é para menos; nas arquiteturas é possível visualizar os conflitos do Império Romano e sentir a época do Renascimento. Criações como o Coliseu, Panteão, Fórum Romano, Capela Sistina, estátua de David De Michelangelo e tantas outras obras significantes, trazem a sensação de estar voltando no tempo.


A economia do país encontra-se em boas estatísticas

Neste ano, a União Europeia e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), disponibilizaram dois relatórios que apresentam um cenário positivo para a economia da Itália este ano, 2018. A estimativa é de alta no Produto Interno Bruto (PIB), assim como em toda a zona do euro. De acordo com os dados, a economia cresceu 1,5% neste ano, contra 1,3% da estimativa divulgada em novembro do ano passado.

A tradição que a Itália carrega proporciona uma educação exemplar

A CUOA Business School, escola de negócios mais antiga de toda a Itália, completou 60 anos de existência em 2017.

A instituição já contou com personalidades significantes, como Mario Draghi (banqueiro e economista italiano, foi governador do Banco da Itália de 2006 a 2011, sendo o atual presidente do Banco Central Europeu), Sergio Marchionne (empresário ítalo-canadense que atualmente é o diretor executivo da Fiat Chrysler Automobiles; presidente da CNH Industrial e diretor executivo da Ferrari) e Brunello Cucinelli (conceituado designer de moda).

O presidente da escola, Federico Visentin, falou sobre essa conquista a um jornal local (VicenzaPiù): “Estes 60 anos são um marco importante e único na cena da Escola de Negócios na Itália, mas também é um ponto de partida. CUOA é cada vez mais uma “incubadora” de ideias. As empresas do futuro exigirão um treinamento gerencial cada vez mais qualificado para responder à transformação interna dos mercados e gerenciar o negócio com consciência. Hoje também condicionado por novas tecnologias e uma velocidade de mudança e uma fluidez cada vez mais significativa, nossa escola está empenhada em responder a essa necessidade”.


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Blue Ocean Strategy: saiba como aplicar esse método

Em um mercado competitivo as possibilidades de crescimento a longo prazo existem; mas, precisam ser descobertas. Poucos líderes entendem e criam novas oportunidades na indústria. Quando isso acontece, um novo “oceano azul” surge, conquistando espaço no mercado, clientes e principalmente, resultados.

Quais são as características dessa estratégia?

O ponto principal é a inovação de valor, um novo foco estratégico. Ao criar uma demanda com benefícios diferenciados no mercado, a concorrência se torna irrelevante e o conceito de valor é alterado. Como, por exemplo, o Cirque du Soleil, que reinventou o conceito de circo. Enquanto a concorrência se concentrava em shows de animais, eles surgiram oferecendo emoção, drama e arte. A demanda pelo produto aumentou e, naturalmente, os preços.

Confira os pontos-chaves desta estratégia:

  • Criação de um mercado ainda não explorado;
  • Criar e capturar novas demandas;
  • Tornar a concorrência irrelevante;
  • Romper a importância do custo-benefício.

O que deve ser feito na prática?

Reunião entre colaboradores

Ir além dos clientes existentes

Poucas empresas têm uma boa visão de quem são os não-clientes e como alcançá-los. Uma pesquisa de campo é a melhor maneira para desafiar antigos métodos e obter novos insights. Isso significa: buscar métodos para atrair esse grupo, priorizando as semelhanças entre clientes e não-clientes, ao invés de dividi-los em múltiplos segmentos.

Questionar abordagens tradicionais

As organizações devem sair dos limites aceitos que definem como elas competem. Para criar oceanos azuis, os gerentes precisam ter a capacidade de observar sistematicamente e ir além desses limites. A empresa farmacêutica Novo Nordisk A/S seguiu essa estratégia. Enquanto os concorrentes oferecem seus produtos aos médicos, eles focam nos pacientes, dando às pessoas autonomia e apresentando uma nova alternativa para a demanda.

Analise o apelo emocional

Se a concorrência foca na aplicabilidade, analise o valor emocional que o produto têm para o consumidor. Na Blue Ocean Strategy, deve-se questionar como os novos processos afetarão esse valor. Resumindo: não deixe o seu negócio chato!

Envolvimento de toda equipe

Ao realizar uma promessa de inovação, é preciso que as pessoas abracem essa iniciativa. Construir a estratégia com auxílio das pessoas desde o início, gera confiança e cooperação. Então, peça ao seu time diversas maneiras de contribuição; promovendo oportunidades para debates e méritos pelas ideias diferentes. Explique a estratégia para todos, pois com esse entendimento, as equipes confiarão nas intenções de seus gestores mesmo que discordem de uma mudança específica.

Reconhecimento intelectual está ligado ao poder motivacional. Quando há apreciação ao valor intelectual dos colaboradores, eles sentem-se dispostos a compartilhar o conhecimento que possuem e ir além da realidade atual, à medida que há uma conexão emocional com a estratégia. Essa etapa – e seu sucesso, é importante.

Renovação Estratégica

Com o tempo, toda inovação é imitada. A chave para sustentar isso a longo prazo é a renovação da estratégia. Portanto, monitore continuamente os resultados e o mercado. Quando a concorrência começar a conquistar espaço, esse é o momento de criar uma nova estratégia para mais oceanos azuis.

O livro

Blue Ocean Strategy
Imagem retirada da amazon.com.br

A estratégia e o conceito de red oceans (demandas já existentes, onde empresas competem umas contra as outras) e blue oceans (demanda desconhecida, com potencial vasto para empresas que souberem explorar isso) é abordado no livro Blue Ocean Strategy – How to Create Uncontested Market Space and Make the Competition Irrelevant de W. Chan Kim e Renée Mauborgne. A obra foi nomeada best-seller pelo Wall Street Journal, BusinessWeek e Amazon.

Se interessou pelo tema? Em nosso programa Contemporary Topics in Business Strategy esse assunto é abordado com profundidade pelos professores da Pearson College London – clique aqui para ler mais detalhes do programa.

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WCMA 2018 – Confira os principais acontecimentos deste evento internacional!

Buscando ir mais além, a escola de negócios IBS Americas não se contenta em apenas promover cursos executivos no exterior. Ao decorrer dos anos, várias iniciativas são realizadas para acompanhar as mudanças do mundo globalizado, como por exemplo, o simpósio internacional online sobre Inteligência Artificial que aconteceu este ano.

O patrocínio da entrega do prêmio World Class Manager Award (WCMA), é realizado desde o início da escola, que completou 15 anos de existência em 2018. O projeto tem como objetivo prestigiar profissionais que se destacam em suas empresas na área internacional. O evento deste ano aconteceu no dia 23 de novembro e foi o maior da história, com 228 pessoas presentes.

Os indicados às categorias do WCMA são escolhidos pelo público e depois avaliados por uma comissão interna do evento. Este ano, os ganhadores foram: Fundação Estudar, Prof. Carlos Alberto Di Lorenzo e Carlos Alberto Jayme. Confira abaixo detalhes da premiação!

Os ganhadores

Fundação Estudar - Anamaíra Spaggiari
Fundação Estudar – Anamaíra Spaggiari

Na categoria Instituição o prêmio foi para a Fundação Estudar e a Diretora Executiva Anamaíra Spaggiari esteve presente para receber o WCMA, contando um pouco sobre a ambição da Fundação para 2019 e as carreiras que serão tendência futuramente:

“Auxiliamos cerca de 10 mil jovens por ano e a partir do ano que vem o objetivo é expandir isso para 17 mil. Temos uma visão de que até 2020 a Fundação Estudar tenha apoiado cerca de 90 mil jovens nos cursos de carreira e 20 milhões de leitores fidelizados em nossos portais de conteúdo”, “O jovem cada vez mais tem buscado uma carreira com um propósito, com mais significado. Nesse sentido, daqui 20 anos mais de 50% das profissões que existem hoje não vão existir mais. A tendência é a tecnologia trazer eficiência e substituir aquelas atividades que são mais manuais e repetitivas, e as oportunidades que irão surgir serão aquelas que exigem maior pensamento crítico, análise e criatividade”.

O prestigiado da categoria Educação foi o professor de Direito Internacional e Empresarial Carlos Alberto Di Lorenzo, que atualmente coordena o curso de Comércio Exterior na FATEC ZL e se mostrou muito gratificado pelo prêmio. “Penso que iniciativas como essa da IBS Americas colaboram muito no sentido de enaltecer o trabalho do professor. Hoje não sou eu que está sendo homenageado, mas sim todos os professores”, ressaltou em entrevista pra o blog.

Prof. Carlos Alberto Di Lorenzo
Prof. Carlos Alberto Di Lorenzo
Carlos Alberto Jayme
Carlos Alberto Jayme

Na categoria Executivo o prestigiado foi o Sócio Fundador da CINQ Technologies, Carlos Alberto Jayme, que contou um pouco sobre como pretende manter a empresa atualizada no mercado e a deficiência do idioma inglês nos profissionais de TI atualmente: “O primeiro ponto é mudar o mindset de toda equipe. Estamos fazendo esse trabalho agora, trazendo vários treinamentos, palestras e eventos para incutir na mente de cada um de nós tudo que está acontecendo.

Estamos vivendo em um momento de intensa transformação, muito perigoso para as empresas que estacionarem. Estamos principalmente estudando, explorando e experimentando novas tecnologias, aplicando dentro de casa para então oferecer para o mercado”, “Outros países ganham uma vantagem competitiva pois já possuem o inglês como língua nativa. Há uma demanda muito forte no mercado de TI, mas não há muita procura nas faculdades de informática, então estamos fazendo um trabalho na comunidade para fomentar mais vindas de profissionais e estudantes ao mercado”.

Empresas homenageadas

O WCMA prestigia empresas que incentivam seus colaboradores a estudarem no exterior, contribuindo para um mercado de visão global. Representantes das organizações Banco do Brasil, Pão de Açúcar, Hospital Santa Catarina e LARES (Latin American Real Estate Society) estiveram presentes para receber a homenagem. Confira!

Banco do Brasil – Ana Lúcia
Banco do Brasil – Ana Lúcia

Ana Lúcia, Analista de Gestão de Pessoas no Banco do Brasil, conta um pouco sobre as habilidades que são aprimoradas em um colaborador que vivencia uma experiência internacional: “O Banco do Brasil se preocupa muito com o desenvolvimento dos funcionários. Então, ser parceira de uma empresa como a IBS Americas faz com que todos os funcionários tenham acesso a esse tipo de atualização. E rumo a globalização, frente aos novos desafios, cada vez mais se vê essa necessidade do aperfeiçoamento do idioma”, “Uma experiência como essa faz surgir no profissional: habilidade cognitiva, autoestima, empoderamento. Tudo isso ajuda a pessoa a ter mais fluência e atitude. Pronto para enfrentar novas oportunidades”.

Roberto, Consultor de Projetos do Pão de Açúcar, ressalta a importância de obter conhecimento sobre outras empresas e negócios internacionais: “Profissionais que ocupam cargos gerenciais ou de diretoria precisam muito ter uma experiência fora do país para acumular conhecimento de outras empresas e negócios, principalmente do varejo, e trazer esses insights para nossa operação brasileira”, “O fato de você sair da sua zona de conforto provoca algumas mudanças importantes na sua carreira e na sua vida”.

Pão de Açúcar – Roberto
Pão de Açúcar – Roberto

Hospital Santa Catarina – Emerson

Emerson, Educador no Hospital Santa Catarina, defende a necessidade do profissional estar sempre se aprimorando, independente da área de atuação: “Estou na quinta pós-graduação”, “Independente da área que o profissional atua uma experiência no exterior é um divisor de águas, por que você acaba desenvolvendo outras habilidades e existe a necessidade de adaptação àquela cultura local, então isso acaba sendo um ponto fortalecedor para o desenvolvimento profissional.”

Hamilton da LARES, já estudou no exterior e conta um pouco sobre sua experiência: “Estamos contentes e honrados com o prêmio que recebemos hoje. Com certeza, um curso no exterior abre muito a mente do aluno. Ele chega de volta ao país com outra cabeça, com mais criatividade, experiências importantes. Eu já estudei no exterior e isso agregou muito na minha vida profissional e pessoal”.

Latin American Real Estate Society - Hamilton
Latin American Real Estate Society – Hamilton

Academic Awards

Os alunos que se destacaram nos cursos da IBS Americas durante o ano são prestigiados no WCMA pelo seu alto desempenho no programa. Este ano, cerca de 157 alunos foram homenageados!

Marcia Matheus Pereira de Padua – Academic Award

A Academic Award Marcia, 39, é Gerente de Operações e realizou o programa Advanced Topics in Business Strategy na University of La Verne. Para ela, ser uma aluna destaque é resultado de todo o esforço que realizou: “Eu tentei aproveitar ao máximo a oportunidade e me sinto recompensada, por que todo esforço que tive valeu a pena” e conta qual aprendizado obtido no programa foi colocado em prática no seu cargo atual, “O professor que eu tive é outstanding, tinha um conhecimento muito grande em business e experiência profissional. O próprio networking é muito rico, muitas pessoas que conheci lá mantenho contato até hoje. Dentro da parte de Liderança um dos tópicos foi: escutar o colaborador, colocar ele em uma autonomia maior, colocar um agreement, marcar com ele o que ele tem que fazer, mas deixar que ele seja autónomo. A gente falou muito disso, ele deu exemplos sobre o tema e fiquei muito feliz quando essa prática deu certo na minha gestão!”.

A IBS Americas realiza um amplo programa de bolsas de estudos e o Thiago foi contemplado com essa oportunidade, onde realizou o curso Operations, Logistics & Lean Management na CUOA Business School. “Quando recebi a bolsa achei que na turma só teriam alunos de universidades, mas quando cheguei lá vi que tinha profissionais do mundo inteiro. Ter ganho o prêmio foi muito recompensador, porque eu me esforcei bastante e isso significa que os professores me viram como um profissional e não apenas como um aluno de graduação. Eu aprendi que hoje no mercado de trabalho precisamos estar sempre nos diferenciando dos nossos colegas se a gente almeja coisas grandes”.

Arte na Lata

Toda a arrecadação do evento é revertida para uma ONG e este ano, pela quinta vez, a ONG escolhida foi a Arte na Lata!

Jotta Ribeiro – Coordenador da ONG
Jotta Ribeiro – Coordenador da ONG

O Coordenador Jotta Ribeiro contou um pouco sobre a participação da ONG Arte da Lata em um evento internacional: “É interessante quando as empresas privadas tem esse reconhecimento com a parte de sustentabilidade ambiental e também do terceiro setor, porque é difícil sobreviver, ter o apoio dos veículos de comunicação e quando nós temos essas oportunidades, fazemos jus e tentamos sempre criar coisas novas para poder encantar e ter bastante pessoas acreditando no nosso trabalho”.

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