Saiba tudo sobre como fazer Cursos de Curta Duração no Exterior!

Você tem vontade de adquirir experiência internacional no currículo, mas quer algo rápido e que não necessite de uma mudança de vida de longo prazo? Então, os cursos de curta duração no exterior são a melhor opção para você!

Neste artigo, vamos desvendar tudo o que você precisa saber sobre o tema. Leia este guia e entenda se este é o melhor caminho para sua carreira, quais as melhores regiões, universidades e cursos de curta duração no exterior, além de um passo a passo para planejar esta experiência.

Boa leitura!

Quais os benefícios de um curso de curta duração no exterior?

Viajar e conhecer novos lugares certamente é uma experiência que agrada a maioria das pessoas.  Mas, além disso, viajar para fazer um curso de curta duração no exterior tem vantagens que vão muito além do lazer — embora ele também esteja envolvido neste tipo de experiência.

Confira alguns dos principais benefícios de fazer um curso de curta duração no exterior. 

Aprimoramento do inglês

Mesmo que você escolha fazer um curso de Negócios, certamente conseguirá aprimorar o segundo idioma durante a viagem.

Isso porque as aulas são ministradas em inglês e você passará em torno de 3 semanas se comunicando com nativos e estrangeiros, o que certamente vai melhorar sua pronúncia e entendimento, afinal, lidará com sotaques de diversas regiões do mundo.

Networking Internacional

Outra grande vantagem dos cursos de curta duração no exterior está relacionada à possibilidade de fazer networking internacional. Durante essa experiência, você conhecerá outros profissionais de diversas regiões, e poderá trocar experiências sobre o mercado de trabalho, inovações e tendências. 

Isso expandirá seus horizontes e te trará ainda mais repertório para a vida profissional. Afinal, você aprenderá com os professores, mas também poderá trocar muitas experiências com seus colegas de outras regiões, obtendo insights que podem aumentar sua criatividade e te trazer mais panoramas de como resolver problemas e lidar com situações novas no trabalho.

Desenvolvimento de Habilidades Práticas

Por ter um período mais curto — em torno de 3 semanas de aula — os cursos de curta duração focam prioritariamente no conhecimento prático. Os melhores cursos no exterior são aqueles que levam os alunos para fora da sala de aula, organizando visitas a empresas da região e ensinando os alunos por meio de casos reais.

Então, se você está em busca de desenvolver uma habilidade específica, fazer um curso de curta duração no exterior é uma excelente escolha!

Conhecer uma nova cultura

Se você já participou de alguma experiência no exterior, sabe o quanto ela é importante para expandir os horizontes. De tempos em tempos, é sempre bom vivenciar novamente a experiência para se beneficiar disso.

Mas, se você ainda não teve a oportunidade de fazer um curso de curta duração no exterior, pode se jogar sem medo. Além de conhecimento prático e networking, a experiência de vivenciar os costumes e rotinas de outras culturas será muito valiosa para você!

Possibilidade de fazer nas férias

Muitos profissionais acabam desistindo de uma formação internacional porque não querem deixar seus empregos e família para passar um tempo fora.

Neste sentido, fazer um curso de curta duração no exterior é a solução perfeita: você pode completar o programa durante as férias de janeiro ou julho, sem precisar pedir demissão para isso. Os programas normalmente têm a duração de 3 semanas, sendo suficiente para adquirir novos conhecimentos sem ter que se ausentar por muito tempo da sua rotina.

Para quem é indicado fazer curso de curta duração no exterior?

Agora que você já sabe por que vale a pena fazer um curso de curta duração no exterior, pode estar se perguntando se ele é realmente indicado para seu momento de vida. Entenda melhor para quem essa experiência é indicada.

Estudantes e recém formados

Se você está cursando a graduação ou acabou de se formar e quer turbinar seu currículo para acelerar a entrada no mercado de trabalho, os cursos de curta duração no exterior são ótimos para este objetivo.

Para não prejudicar suas aulas na faculdade ou estágio, você pode escolher os programas que acontecem nas férias de janeiro ou julho!

Jovens líderes

Para quem se formou há um tempo e já está assumindo seus primeiros desafios em cargos de liderança, os cursos no exterior também são excelentes opções para adquirir novos conhecimentos práticos em um período curto de tempo. 

Muitos dos profissionais que assumem novos cargos sentem a necessidade de procurar formações para ajudá-los em seus desafios, e os cursos de curta duração no exterior podem ser uma alternativa mais rápida e prática do que iniciar um MBA, por exemplo.

Profissionais seniores

Também existem opções de cursos de curta duração no exterior para profissionais seniores que estão há mais tempo no mercado. Para isso, o ideal é procurar turmas de cursos avançados, a fim de garantir a melhor experiência com profissionais que estão em momentos semelhantes na carreira.

Quais as melhores regiões para cursos de curta duração no exterior?

Se você entendeu que um curso de curta duração no exterior é a melhor opção para seu momento na carreira, chegou a hora de definir a região onde vai estudar. Confira os principais destinos que oferecem esses programas.

Estados Unidos

Obviamente, os Estados Unidos acabam sendo a principal escolha dos brasileiros na hora de estudar fora. Se você quer ir para a terra do tio Sam, é importante escolher uma região que tenha atrações que podem agregar sua experiência, como:

  • Nova York: pela possibilidade de visitar um dos maiores centros financeiros do mundo;
  • Califórnia: concentração de muitas das maiores empresas do país na região, permitindo que você visite locais relevantes durante sua viagem.

Europa

O lado bom de escolher a Europa para fazer um curso de curta duração no exterior é a proximidade com outros países, de modo que você possa aproveitar os finais de semana para conhecer novas regiões. 

Para isso, você pode escolher fazer seu curso em regiões estratégicas e que permitam um fácil deslocamento em seus momentos de folga dos estudos, como Londres ou Itália, por exemplo.

Quais universidades oferecem cursos de curta duração no exterior?

Outro ponto importante antes de decidir por um curso de curta duração no exterior é garantir que vá para uma boa instituição de ensino. Conheça algumas das melhores universidades dos Estados Unidos e da Europa para ter essa experiência única!

State University of New York (SUNY)

A State University of New York — bastante conhecida pela sua abreviação SUNY — é um dos sistemas educacionais mais respeitados nos Estados Unidos. Fundada em 1828, seus 64 campi em New York recebem uma comunidade apaixonada de professores, pesquisadores e estudantes de todo o mundo. 

Nas unidades de New Paltz e Albany são oferecidos cursos intensivos de férias, com duração de 3 semanas. 

As aulas são ministradas por um experiente corpo docente, composto por mestres, doutores e especialistas de mercado, que lhe dará novas perspectivas do mundo dos negócios, novas ferramentas e habilidades para desenvolver sua carreira. 

Visitas monitoradas a empresas são a oportunidade perfeita para aprender mais sobre o mundo corporativo americano e expandir sua rede profissional com gerentes locais. 

A visita técnica à sede da ONU, em Manhattan (NYC), ampliará seu entendimento sobre as relações internacionais.

Tudo isso, além de um valioso desenvolvimento de habilidades de comunicação em inglês para negócios, é oferecido a estudantes e jovens profissionais de todos os continentes.

California State University, Northridge (CSUN)

A California State University, Northridge — também conhecida como CSUN — é uma das maiores e mais importantes universidades do mundo.

É referência no ensino e pesquisa em diferentes áreas do conhecimento, ela se destaca na formação de profissionais de Tecnologia e Negócios. 

A característica mais marcante de seu corpo docente é o vínculo com o ambiente econômico da Califórnia, marcado por ideias que estão transformando as relações de trabalho. A CSUN lidera essas mudanças como um centro de criação e difusão de ideias inovadoras.

University of La Verne

A University of La Verne – ULV é uma das mais tradicionais e respeitadas universidades americanas. Fundada em 1891, é uma instituição privada, sem fins lucrativos, ligada a uma fundação que apoia o ensino a alunos de países emergentes. 

Situada na Califórnia, a 50 minutos de Los Angeles, está no coração do mais rico estado americano, na cidade de La Verne.

Pearson College London

A Pearson College London é uma das mais modernas e renomadas instituições de ensino do Reino Unido. Ela faz parte do grupo Pearson, que hoje é uma das maiores empresas do mundo, com suas ações listadas na Bolsa de Valores de Londres. 

Seu corpo docente é referência internacional em diversas áreas do conhecimento, como Inovação, Contabilidade, Direito e Marketing.

CUOA Business School

A CUOA Business School é um dos mais ativos centros de ensino de Administração da Europa. Fundada em 1957, é uma escola de negócios que opera com o apoio das universidades de Padova, Trento, Trieste, Udine, Ca’ Foscari, IUAV (Veneza) e Verona. 

Localizada na Itália, ministra programas em inglês para alunos de toda a Europa e do mundo. É uma fundação privada, sem fins lucrativos, que apoia o ingresso de alunos de países emergentes.

Quanto custa um curso de curta duração no exterior?

Se você chegou até aqui, já deve ter percebido o quanto um curso de curta duração no exterior pode trazer benefícios no curto, médio e longo prazo para a sua carreira, não é mesmo?

Agora, pode estar se perguntando qual é o preço médio dessa experiência.

A resposta é: depende. 

São muitos fatores envolvidos para a realização do curso, tais como:

  • Passagem
  • Hospedagem
  • Valor do curso
  • Despesas com alimentação, transporte etc.

A boa notícia é que algumas instituições, como a IBS Americas, por exemplo, oferecem bolsas de até 50% do valor do curso, facilitando o planejamento financeiro para que você estude no exterior.

Como fazer um curso de curta duração no exterior?

E então, está preparado para começar a planejar seu curso de curta duração no exterior?

Veja este checklist rápido de como dar os primeiros passos rumo à esta nova experiência:

E para dar o primeiro passo concreto rumo ao seu curso de curta duração no exterior, que tal uma bolsa de estudos de até 50%? Conheça os cursos da IBS Americas, preencha o application form e garanta sua vaga!

Cultura Remote First: o que é e como os líderes podem adotar?

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Diversas pesquisas recentes demonstram que o modelo de trabalho híbrido é o preferido entre os profissionais, como na pesquisa elaborada pelo Instituto Robert Half. Isso significa que, mais do que o trabalho 100% remoto, os colaboradores querem mesmo é se sentir livres para intercalar entre o home office e o escritório.

Porém, o grande desafio das lideranças é como manter a equipe integrada e produtiva. Nesse sentido, a cultura Remote First pode ser uma aliada!

Neste artigo, explicaremos melhor o que é a Cultura Remote First, quais seus benefícios e como os líderes podem aplicá-la na sua equipe. Confira!

Afinal, o que é a Cultura Remote First?

Ao invés de pensar em uma cultura prioritariamente presencial, o termo remote first representa as empresas que privilegiam o trabalho remoto, criando uma cultura de integração, comunicação e operação que funcione tanto para o home office quanto para o presencial.

Para que fique mais claro, vamos a um exemplo. Se você tem uma equipe de 10 pessoas, das quais 6 moram em outras regiões longe da sede da empresa, será preciso adaptar o modelo de trabalho do time.

Neste caso, a cultura remote first é importante pois você precisa considerar uma estrutura que funcione para os 10 colaboradores, estejam eles no escritório ou em casa. Para isso, será preciso definir questões como:

  • Canais oficiais de comunicação remota;
  • Reuniões online mesmo quando parte da equipe estiver reunida no escritório;
  • Horários flexíveis, caso haja fuso horário.

Quais os benefícios de adotar a Cultura Remote First na empresa?

No cenário atual, empresas que adotam a Cultura Remote First ganham em diferencial competitivo, pois atendem àquilo que os colaboradores desejam e, com isso, podem ter vários benefícios no longo prazo. Entenda algumas das principais vantagens de adotar esta cultura!

Atração e retenção de talentos

Com a escassez de talentos e os movimentos de renúncia de colaboradores que começou nos Estados Unidos e se espalhou para outras regiões, atrair e reter profissionais se tornou um desafio não só para as áreas de Recursos Humanos, como também para os líderes das áreas, que acabam tendo seus projetos prejudicados pela falta de integrantes das equipes.

Dado este cenário, oferecer a cultura Remote First pode contribuir para atrair talentos para a sua empresa e evitar que sua equipe vá para a concorrência.

Aumento da produtividade

Dar ao colaborador a liberdade de trabalhar de onde quiser certamente aumentará a produtividade da sua equipe. Porém, isso só acontece quando eles têm as ferramentas e os processos necessários para serem produtivos de qualquer lugar. É aí que entra a Cultura Remote First!

Diversidade geográfica

O tema Diversidade nunca esteve tão presente nas organizações como atualmente. Nesse sentido, adquirir diversidade geográfica na equipe pode significar mais criatividade e inovação, ao integrar pessoas com culturas diferentes em um mesmo ambiente — mesmo que ele seja virtual.

Além disso, contratar talentos independentemente de onde eles moram facilita o recrutamento, permitindo que você tenha excelentes profissionais em sua equipe que não estariam disponíveis caso fosse montar um time 100% presencial.

Economia financeira

É claro que não poderíamos deixar de considerar a economia financeira que as empresas podem ter ao adotar a cultura Remote First. Afinal, ter parte da equipe trabalhando remotamente gera menores custos relacionados ao:

  •  Tamanho da sede: que não precisa comportar 100% do time ao mesmo tempo;
  • Custos fixos: como energia elétrica, água etc.;
  • Deslocamento da equipe: vale-transporte, gasolina e estacionamento;
  • Entre outros.

Como os líderes podem adotar a Cultura Remote First?

Agora que você já sabe o que é a Cultura Remote First e quais seus benefícios, entenda quais são os primeiros passos para adotá-la na sua equipe.

Estabeleça rotinas objetivas

Colaboradores em home office precisam estar integrados com a equipe, mas não querem passar o dia todo conectados em uma sala virtual.

Para evitar isso, crie rotinas que ajudem a fomentar a cultura Remote First: estabeleça reuniões rápidas de atualização ao início e final de cada semana, a fim de alinhar o andamento das entregas e ter uma visão macro de como a equipe está trabalhando.

Defina canais oficiais de comunicação

Não é porque o trabalho é remoto que ele não tem hora para acabar, certo? Para evitar que isso aconteça, defina canais oficiais de comunicação e tenha SLA’s bem definidos sobre os horários em que todos precisam estar disponíveis e em quais períodos é aceitável que as comunicações sejam respondidas de forma assíncrona.

Incentive momentos de interação “off topic”

Se você tem membros da equipe que não se conhecem pessoalmente ou se encontram esporadicamente, é importante incentivar a criação de laços entre o time, mesmo que remotamente.

Por esse motivo, faz parte da Cultura Remote First criar momentos de interação que não sejam diretamente ligados aos assuntos de trabalho. Isso pode acontecer em momentos específicos — como em um happy hour online — ou dentro das próprias calls de trabalho, onde o líder pode separar alguns minutos no início ou no final para assuntos não relacionados aos projetos.


E então, está pronto para adotar a cultura Remote First na sua equipe? Certamente, ela fará parte da rotina do líder do futuro!

Se você quer se aprofundar mais em tendências e habilidades que o futuro exigirá dos líderes daqui para frente, então leia este artigo e entenda mais sobre o assunto!

Por dentro da CSUN: conheça Lisbeth Lima, ex-aluna da IBS na CSUN, e saiba mais como é estudar na universidade 

Confira entrevista com nossa ex-aluna Lisbeth Lima, da turma de Communication, Design & Innovation de janeiro de 2022, da CSUN, e saiba mais sobre a experiência de estudar com a IBS Americas na Califórnia! 

Continue a leitura e saiba sobre o dia a dia, estrutura da universidade e experiências! 

Aluna Lisbeth com outros alunos da CSUN exibindo seus certificados
Foto: Arquivo Aluna Lisbeth Lima

Qual é a sua formação (ou o que você está estudando?)

Lisbeth: Sou formada em Ciências da Comunicação, com especialização em Publicidade e Relações Públicas, pela Universidad de San Martín de Porres (Lima, Peru). Terminei também uma graduação em Educação com especialidade em Inglês, na Universidad Nacional Federico Villarreal (Lima, Peru). Em seguida, realizei pós-graduação em Administração Pública na Universidad Nacional Mayor de San Marcos (Lima, Peru).

Tenho quase cinco anos de experiência como comunicadora no setor público. Em três deles, fui chefe do escritório de Comunicação e Imagem Institucional da Universidad Nacional Tecnológica de Lima Sur (Lima, Peru) e sigo até o momento.

Por que você escolheu esta universidade e este curso?

Lisbeth: Escolhi a CSUN por ser uma universidade americana com mais de 150 anos e uma reputação muito boa em acolher estudantes internacionais. O campus de Northridge tem uma localização ótima e eu sabia que a arte é presente, uma vez que tem sido o local de várias produções cinematográficas.

Fiz o curso de Communication, Design & Innovation porque ele reforçaria meu conhecimento de carreira a partir de uma perspectiva focada em Marketing. Gostei do conteúdo programático do curso, pois ele incluía temas como Comunicação Integrada de Marketing, Design de Comunicação e Tendências em Comunicação Empresarial. Além disso, nossos professores possuíam uma boa formação acadêmica e profissional, tínhamos visitas a empresas, conferências e aulas de Inglês para Negócios.

Como foi o processo de preparação para a viagem com a IBS Americas? Que apoio você recebeu da equipe?

Lisbeth: O processo de preparação para a viagem com a IBS Americas foi eficiente, mesmo nas circunstâncias especiais em que nos encontramos devido à pandemia de COVID-19.

Desde a aplicação até a bolsa, a equipe me orientou e respondeu as mensagens em pouco tempo. Todo o material necessário estava disponível no Portal do Aluno e tivemos duas sessões de orientação antes da viagem, o que nos permitiu esclarecer dúvidas em primeira mão e conhecer nossos futuros colegas de classe.

Além disso, a equipe estava monitorando se cumprimos a entrega dos documentos necessários e constantemente nos informava sobre o que precisávamos resolver para viajar.

Foi algo muito valioso que a equipe da IBS Americas tenha conseguido viabilizar a viagem e dado para nós as orientações necessárias para o programa internacional, apesar das circunstâncias especiais em que nos encontramos em todo o mundo.

Como foi sua preparação para deixar seu país após quase dois anos de fronteiras fechadas em todo o mundo devido à pandemia da COVID-19?

Lisbeth: Sempre tive a motivação de estudar presencialmente no exterior. E, assim que tive a chance de fazer isso, não hesitei em aproveitar. Sabia que, apesar da incerteza, era hora de fazer o curso em que me matriculei. Felizmente, encontrei apoio no meu trabalho e em minha família, desde que fossem respeitadas as medidas de saúde. Entre elas, fazer testes de COVID-19 periodicamente e adquirir o seguro saúde apropriado. 

Durante minha preparação, realizei algumas das leituras que a CSUN nos forneceu para nos familiarizarmos com os tópicos que veríamos em sala de aula. Da mesma forma, meus futuros colegas de quarto e eu fazíamos encontros virtuais para desenvolver um itinerário que incluía atividades acadêmicas e turísticas, despesas e outros detalhes. 

Devo confessar que estava um pouco assustada, já que a situação no estado para onde eu viajaria não era das melhores. No entanto, não podemos viver com medo e, ao tomar as precauções necessárias, podemos nos adaptar a uma nova realidade.

Como foi a experiência de estudar com pessoas de diferentes nacionalidades e culturas? De quais países eram os estudantes com quem você dividiu a sala de aula? 

Lisbeth: Conheci colegas principalmente do Brasil, El Salvador, Indonésia, Costa Rica e Peru, que viajaram basicamente com o mesmo propósito que eu. A experiência foi enriquecedora devido à diversidade de pessoas com quem fiz networking. Na verdade, eu me tornei amiga de alguns deles, com quem fazemos videochamadas até hoje. 

Aprendi por meio de suas culturas e suas experiências profissionais. Foi interessante saber como certos problemas são tratados em diferentes contextos e como a arte, a comunicação e a liderança eram a linguagem comum entre várias pessoas diferentes no programa geral. Na verdade, sinto falta das rotinas, caminhadas, piadas, jargões e laços que construímos durante esse período. Tudo fazia parte da aventura.

Lisbeth com outros alunos da CSUN sorrindo
Foto: Arquivo Aluna Lisbeth Lima

Como foi a experiência de entrar em contato com executivos de diversas empresas?   

Lisbeth: Participamos de três palestras com os seguintes convidados: Lillian Sherman, Diretora Executiva da Pike Place Market Foundation; Alex Malfinati, Diretor Financeiro da Azul Airlines; e Kimberly Hicks, Diretora de Produtos da Great Minds, que também é ex-vice-presidente da The Walt Disney Company. 

Tivemos um momento de perguntas e respostas com os três. Foi enriquecedor aprender não apenas como eles alcançaram o sucesso em suas diferentes profissões, mas também como superaram obstáculos ao longo de suas carreiras. Foi valioso receber seus conselhos sobre liderança de equipes, tendo um propósito e defendendo-o independentemente de nossa posição. 

Com Lillian Sherman, aprendi que sempre devemos ter claro nosso modelo de negócios. E de Kimberly Hicks, reforcei a ideia de que podemos sempre renovar nossas formas de prestar um serviço, ajustando-nos às tendências e sem perder a essência de nosso negócio. 

O que você achou da estrutura, da equipe e do suporte da universidade durante as aulas? 

Lisbeth: Acho que as atividades foram bem programadas e nos deram tempo para aproveitar a infraestrutura do campus, que é linda. Gostei do nível de demanda por ser constantemente avaliada através de minha participação e análise do andamento do projeto atribuído. As aulas de Inglês para Negócios foram uma vantagem. 

Eu me senti bem-vinda desde a primeira orientação no campus até o último dia. O espírito de serviço estava na equipe da universidade com a qual interagi. Reconheço a predisposição de Vanessa Andrade, Boris Polotzek e Jessica Isomoto, que vimos diariamente próximo às salas de aula e nos forneceram anúncios pessoalmente e lembretes por e-mail. 

Além disso, tivemos acesso a testes de COVID-19 no campus. E iniciativas como a Cerimônia de Graduação e o concurso de Hashtag tornaram a experiência mais memorável. 

Sobre sua rotina, como você se organizou para estudar e aproveitar seu tempo livre? O que você fez nesses momentos? Que lugares você visitou? 

Lisbeth: A rotina que eu e meus colegas de quarto estabelecemos foi eficaz e divertida. Éramos três meninas no mesmo curso, e não era difícil nos darmos bem porque tínhamos um objetivo claro: fazer nosso melhor em sala de aula e desfrutar do turismo na Califórnia. Para isso, estabelecemos um roteiro que ajustamos ao longo do caminho. Além disso, ajudávamos umas às outras como podíamos: refeições, compras, lavanderia etc. 

Depois das aulas, comíamos alguma coisa, íamos para casa no carro alugado, conversávamos um pouco na sala de nosso apartamento e, por volta das sete da noite, era hora de fazer o dever de casa. No momento do estudo, nós nos separávamos para discutir virtualmente com nossos grupos aquilo que não conseguimos terminar pessoalmente.

Meu tempo livre foi bem aproveitado. Visitei a Warner Bros Studios, Universal Studios Hollywood, Museu de Arte do Condado de Los Angeles, Observatório Griffith, Madame Tussauds, Crypto Arena, Lake Hollywood Park, Calçada da Fama, Centro de Santa Monica, Pinon Hills, Valyermo, Hollywood e Highland, Beverly Hills, Bel Air, Rodeo Drive, West Hollywood Sunset Strip, entre outros.  

Foto: Arquivo Aluna Lisbeth Lima

Qual a importância dessa experiência internacional em sua vida e sua carreira? 

Lisbeth: Eu cresci acadêmica e pessoalmente. Reforcei o que sabia e aprendi mais graças à simulação de como construir um empreendimento do zero: desde a criação de uma marca até a transformação do serviço em uma experiência. Da mesma forma, melhorei minhas habilidades de comunicação focada no ambiente de negócios. 

Este período foi interessante para aprender sobre outras culturas, idiomas e formas de pensar e de comunicar. Mas também, para me conhecer um pouco melhor. Gostei muito de interagir dentro e fora da sala de aula com pessoas de outros países, que se tornaram minhas amigas. No geral, sou grata por esta experiência.  

Para finalizar, que mensagem você gostaria de deixar para os alunos que planejam fazer um curso no exterior? 

Lisbeth: Se sua filosofia é investir em sua carreira e você está ansioso para ter uma experiência internacional em uma excelente universidade, este é o caminho. Você pode encontrar um programa de seu interesse e fazê-lo no período que for melhor para você. Será uma aventura! 

Minha recomendação é que você sempre tenha um objetivo claro e reúna uma equipe com pessoas que compartilham esse objetivo.


Lisbeth, a equipe da IBS Americas agradece a sua participação nessa entrevista e deseja muito sucesso e realizações em sua carreira profissional! 

Se você se interessou por essa experiência e quer ter a oportunidade de estudar na California State University, inscreva-se no processo seletivo para as próximas turmas. As bolsas de estudo são exclusivas para os cursos de curta duração (3 semanas). 

Confira 6 dicas de como estimular a criatividade da sua equipe

A formação de equipes de alto desempenho passa pelo estímulo do líder para despertar o melhor resultado individual de cada profissional, naquilo que envolve tanto soft quanto hard skills.

Neste sentido, estimular a criatividade da equipe é essencial para criar uma cultura de inovação e alta performance, gerando melhores resultados na expansão de mercado, na conquista de novos clientes e na resolução de problemas cotidianos.

Então, que tal aprender a estimular a criatividade da sua equipe? Leia nossas dicas e descubra como!

1 – Acabe com o medo de errar

Antes de mais nada, é preciso acolher as pessoas e deixá-las seguras para sugerir ideias, propor caminhos e, muitas vezes, errar.

Para isso, muito se fala sobre a importância de criar uma cultura à prova de punição. Na prática, significa que o líder deve ouvir as sugestões da sua equipe, criando um espaço seguro para a troca de ideias e construção de soluções que otimizem os processos internos e as ofertas para os clientes.

Então, antes de cobrar criatividade da sua equipe, pense no caminho contrário: como você pode liderar de forma mais aberta para que as pessoas se sintam à vontade em compartilhar ideias?

Promover encontros informais, ser um bom ouvinte e liderar pelo exemplo e pela inspiração são excelentes formas de começar a estimular a criatividade da equipe. Que tal experimentar?

2 – Ofereça autonomia

O microgerenciamento — atitude em que o líder tenta controlar todos os processos dentro da equipe — vem dando lugar à era do intraempreendedorismo, movimento onde cada profissional assume uma postura de proatividade e busca seu próprio crescimento dentro da empresa.

Por mais que esse comportamento não seja aceito por alguns líderes, que podem se sentir ameaçados pelo formato de liderança descentralizada, a verdade é que o modelo vem ganhando espaço nas empresas, já que a autonomia e a liberdade dão espaço para que cada profissional entregue o seu melhor, atraindo mais criatividade e inovação para o negócio.

3 – Crie uma cultura de feedbacks humanizados

Embora os feedbacks normalmente sejam estabelecidos em ritos formais dentro das organizações, é importante que os líderes não esperem esses momentos para apontar para a equipe onde estão indo bem e onde precisam melhorar.

Porém, é cada vez mais apreciado no mercado os feedbacks focados no desenvolvimento de habilidades e competências, ao invés de usá-lo como ferramenta de controle e crítica.

A frequência do feedback certamente dependerá de cada grupo e do ritmo das entregas das áreas, mas é indicado que ocorra, em geral, mais de uma vez por mês.

Algumas empresas, inclusive, adotaram os check-ins e check-outs no início e fim da semana, respectivamente, a fim de identificar rapidamente os pontos de melhoria e seguir otimizando a atuação de cada membro da equipe.

4 – Monte equipes mais diversas

Idade, gênero, gostos pessoais, localização geográfica… Ter pessoas diversas na sua equipe trará visões diferentes de mundo, aumentando o repertório de ideia

Segundo estudo da Accenture, companhias inclusivas e diversas são 11 vezes mais inovadoras e têm funcionários seis vezes mais criativos do que a concorrência.

Isso significa que ter pessoas de idades, gêneros e visões de mundo diferentes ampliará o repertório de ideias para solucionar os desafios de negócios.

5 – Estruture o processo de brainstorming

Quem nunca participou de reuniões repletas de boas iniciativas, mas que acabaram não indo para frente por conta da falta de organização das ideias?

Ferramentas que organizam os processos de brainstorming contribuem para que ideias inovadoras se tornem, de fato, inovação. O Design Thinking, por exemplo, é uma excelente ferramenta para estruturar o processo de brainstorming e estimular a criatividade da equipe.

6 – Traga novidades e proponha discussões

Mais do que cobrar que sua equipe se mantenha atualizada, tente trazer novidades, fazer curadoria de conteúdos relevantes e propor discussões sobre os temas do momento.

Se a sua equipe gosta de ler, por exemplo, que tal propor um clube do livro? Ou trazer palestrantes externos uma vez por mês? Quem sabe, até premiar seus colaboradores com cursos de curta duração?

Independentemente da sua estratégia, lembre-se de que estimular a criatividade e inovação da equipe é uma tarefa constante e, para isso, você precisa estar bem-informado sobre as técnicas para extrair o melhor do time e garantir que boas ideias se transformem em inovação na prática.

Para saber mais sobre como fazer isso, que tal assistir a Masterclass Innovation and System Logic, com o Prof. Jacopo Filippo Bargellini, da CUOA Business School? As inscrições são gratuitas. Aproveite essa oportunidade! E se você quer dar um salto na sua carreira, conheça o curso presencial Creativity, Innovation & Entrepreneurship, da CUOA Business School (Itália). Ele é destinado a estudantes e profissionais com interesse em desenvolver competências empreendedoras e visa capacitar executivos para liderar processos de Inovação dentro e fora de suas organizações.

Conheça os 6 principais tipos de liderança e descubra qual é o seu 

Até alguns anos atrás, descobrir o tipo de liderança era uma tarefa menos complexa, afinal, entendia-se que as características inatas do ser humano ditavam seu estilo como líder. 

Com a evolução dos estudos sobre comportamento humano no mundo empresarial, descobriu-se que o perfil de um líder pode ser modificado com capacitação e treinamentos, abrindo um leque de possibilidades para que cada indivíduo se torne um profissional melhor. 

Segundo Idalberto Chiavenato, em seu livro Gestão de Pessoas, existem 3 principais estilos de liderança: autocrática, liberal e democrática. Alguns outros autores, como Paul Hersey e Weber, por exemplo, dedicaram seus estudos a outros estilos de liderança complementares. 

Neste artigo, compilamos os 6 principais tipos de liderança e vamos te mostrar quais os prós e contras de cada um deles. 

Ao final, traremos uma dica especial de como aprimorar suas habilidades de liderança. Confira! 

1 – Liderança Autocrática 

A liderança autocrática expressa perfeitamente o tipo de líder mais tradicional que conhecemos. Neste modelo, o líder — que pode ser chamado de “chefe” — tem como demanda centralizar as decisões em si mesmo e cascatear as tarefas para a sua equipe. 

Por ser um modelo de liderança mais autoritário e com pouca abertura para o diálogo, vem perdendo força no ambiente corporativo, à medida que os profissionais evoluem e chegam ao mercado de trabalho mais preparados para expor suas ideias e contribuir com o processo de tomada de decisão. 

2 – Liderança Democrática 

Levando em conta o fato de que uma liderança ruim é a principal causa da insatisfação no trabalho para mais de 40% dos profissionais, o líder democrático vem ganhando espaço nas empresas, a fim de incluir sua equipe nas decisões e apostar em um modelo de horizontalidade. 

Neste tipo de liderança, o diálogo se torna uma via de mão dupla, abrindo espaço para que líderes e liderados cheguem juntos a uma solução, unindo suas experiências e visões complementares para atingir os resultados esperados. 

Em comparação com a liderança autocrática, a liderança democrática traz benefícios para todos: de um lado, a empresa ganha decisões mais coerentes e focadas no bem comum, enquanto os colaboradores tendem a se sentir mais valorizados e a serem mais produtivos e proativos em seu cotidiano, pois entendem a importância do seu papel para o atingimento dos resultados. 

3 – Liderança Liberal 

Muito comum em startups e em empresas com board reduzido, onde os líderes assumem mais de uma área, por exemplo, a liderança liberal propõe um caminho de maior autonomia e liberdade para cada membro da equipe. 

Isso porque o líder liberal tende a atuar somente quando é requisitado, delegando o processo de organização, planejamento e execução na mão do seu time. Este comportamento é conhecido como hands off, que em português também pode ser chamado de abordagem de não intervenção. 

Neste tipo de liderança, o grande desafio do líder está em formar uma equipe com profissionais altamente qualificados que tenham habilidade para se responsabilizar pelos resultados, transformando a atuação do líder em algo mais próximo a um conselheiro. 

4 – Liderança Coaching 

A liderança coaching recebeu este nome porque, neste modelo de liderança, o gestor se apropria de ferramentas de coach para proporcionar o desenvolvimento da equipe. 

Dessa forma, é papel do líder apoiar seus colaboradores em seu processo de desenvolvimento interpessoal, que inclui pensamentos, emoções e comportamentos. normalmente, a relação entre líder e liderado neste modelo é baseada em confiança e parcimônia. 

Um líder coach é aquele que, diante de uma determinada situação desafiadora, evita tomar a decisão por si só — como faria o líder autocrata, ao mesmo tempo em que não a deixa nas mãos da equipe parcial ou totalmente — como seria feito na liderança democrática ou liberal. 

Nestes casos, a liderança coaching atua no entendimento de quais aspectos precisam ser desenvolvidos em cada indivíduo da equipe para que ele esteja preparado para gerir projetos altamente desafiadores, treinando-a para que o colaborador tenha êxito em situações de constante pressão e estresse. 

5 – Liderança Carismática 

Dentre todos os modelos de liderança apresentados até aqui, o líder carismático certamente foi um dos que mais ganhou destaque nos últimos tempos, principalmente depois de momentos tão delicados que abalaram a saúde emocional da população, como aconteceu no período da pandemia. 

Isso porque a liderança carismática é leve e positiva, levando os profissionais a se inspirarem no seu líder. Por meio dela, a gestão incentiva a ação pelo exemplo, tornando-se o modelo a ser seguido pelos colaboradores. 

Esse tipo de liderança cresceu muito porque é capaz de atingir os resultados esperados, sem ter que pressionar exaustivamente seus colaboradores, tornando-se uma das principais apostas do perfil ideal do líder do futuro

6 – Liderança Situacional 

O líder situacional é aquele que consegue adaptar seu comportamento diante da equipe de acordo com as particularidades de cada situação, levando em conta questões como: 

  • Grau de maturidade de cada colaborador; 
  • Urgência/importância da situação; 
  • Impacto do problema no resultado final do negócio; 
  • Cenário externo do mercado. 

Por ser bastante flexível, este tipo de liderança é promissor em muitas empresas, pois adapta seu comportamento e direciona a equipe da melhor forma em cada situação específica. 

Dica bônus: seja sua melhor versão de líder 

Como vimos ao longo do artigo, existem diversos tipos de liderança que podem ser aplicados de acordo com o perfil e grau de desenvolvimento de cada líder. 

O mais importante é lembrar que você pode se identificar com mais de um tipo de liderança, mesclando sua forma de atuar de acordo com seu momento na carreira. 

Independente do tipo de liderança pelo qual você mais se identifique, uma coisa é certa: evoluir constantemente é essencial para ser promovido no trabalho e para entregar o melhor para a sua equipe e para a empresa como um todo. 


Então, que tal aprender mais sobre liderança?  

Para quem quer ter uma experiência online, acabamos de lançar a Masterclass Strategic Organization Leadership, com reflexões e dicas relevantes para se tornar um líder ainda melhor. A aula é ministrada pelo Prof. Issam Ghazzawi, da University of La Verne, Califórnia. Inscreva-se agora mesmo e participe gratuitamente. 

E para você que quer ter uma experiência internacional e se aprofundar nesse assunto, temos três cursos sobre liderança em universidades dos Estados Unidos e Europa. Conheça cada um dos programas e participe do nosso processo seletivo de bolsas de estudo. 

4 Impactos da Guerra na Ucrânia na Economia Global

Iniciada em fevereiro de 2022, a invasão da Ucrânia pela Rússia vem assolando a região leste do país. Além de todo o desastre humanitário, os impactos na economia mundial já são visíveis.

Segundo o presidente do Banco Mundial, David Malpass, “a guerra na Ucrânia é uma catástrofe mundial que cortará o crescimento econômico global”.

Neste artigo, vamos analisar 4 dos principais impactos da guerra na Ucrânia na Economia Global. Acompanhe e entenda!

1 – Possível crise de energia

A Rússia é o terceiro maior produtor de petróleo do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Arábia Saudita. Isso significa que boa parte da Europa é abastecida pelos barris de lá, assim como acontece com o gás.

Com as sanções dos Estados Unidos e da União Europeia contra a Rússia e as constantes ameaças do presidente russo Vladimir Putin sobre um possível corte no sistema de abastecimento de gás e petróleo da União Europeia, os líderes mundiais vêm se preparando para uma possível crise de energia. A Alemanha, por exemplo, importa mais da metade do gás da Rússia, e entraria em uma recessão se as entregas de gás natural fossem cortadas.

Além disso, os preços do barril de petróleo também não param de subir, com um aumento de mais de 60% ao longo de 2022: outro fator preocupante que acelera ainda mais a inflação mundial.

2 – Alta dos alimentos

Além de gás e petróleo, a Rússia também é um dos principais produtores de grãos e fertilizantes, o que impacta diretamente no preço dos alimentos de origem vegetal e animal.

Este cenário traz ainda mais insumos para a disparada da inflação, trazendo cada vez mais indícios de que uma recessão mundial está se aproximando, já que as economias dos países já vinham fragilizadas pelo impacto da Covid-19 nos anos anteriores.

3 – Aumento das dívidas dos países

Assim como em qualquer aspecto voltado à economia, o efeito de um fenômeno isolado traz consequências para toda uma cadeia de valores.

Um exemplo disso é o que vem acontecendo na economia global depois do início da guerra entre Rússia e Ucrânia: com a disparada dos preços nos itens básicos como gás, energia e alimentos, os países se viram obrigados a aumentar suas taxas de juros a fim de conter a inflação.

Isso gerou outro impacto no caixa dos países: o aumento das suas dívidas internas e externas, fator que pode elevar os riscos da crise e deixar a vida de milhares de pessoas ainda mais difícil.

4 – Crescimento da desigualdade social

Diante de tantas incertezas e impactos diretos na economia mundial, instituições como a ONU já manifestaram sua preocupação com o aumento da desigualdade social, dificultando ainda mais o crescimento de populações vulneráveis, principalmente nos países desenvolvidos.

Além disso, o índice de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza não para de subir em todo o mundo: segundo dados do PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – o mundo já tem mais de 1,3 bilhão de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza.


Como vimos ao longo do texto, os impactos da guerra da Ucrânia na economia mundial podem ter efeito bola de neve caso não sejam contidos rapidamente. Isso se agrava ainda mais pela fragilidade prévia da economia dos países devido à Covid-19.

Enquanto as demais nações seguem fazendo pressões diplomáticas e econômicas para o fim da invasão russa, gestores de empresas de diferentes setores buscam ajustar suas estratégias ao atual contexto. As organizações que tiverem lideranças com visão global tendem a dar uma contribuição mais relevante para a retomada do desenvolvimento econômico, fundamental para superar as dificuldades impostas pela guerra. Qual sua perspectiva para a economia mundial neste cenário de guerra entre Rússia e Ucrânia? Compartilhe este artigo nas redes sociais e exponha sua opinião para seus contatos!

Inovação em tempos de crise: como driblar cenários incertos e inovar na empresa? 

Durante uma crise mundial, como a que estamos vivendo atualmente depois da pandemia, a inovação pode ficar em segundo plano para os negócios, que normalmente estão focados em apenas sobreviver a este momento. 

Porém, a inovação em tempos de crise é fator determinante não apenas para que o negócio sobreviva, mas também para ganhar mercado e sair na frente da concorrência. 

Entenda em detalhes por que vale a pena inovar mesmo durante a crise e como estimular a inovação na sua empresa. Acompanhe a leitura e confira! 

Por que é importante estimular a inovação em tempos de crise? 

Ao menor sinal de crise, o mercado normalmente reage cortando custos e revisando suas projeções de crescimento. Por outro lado, existe uma parcela de empresas que se apropria da fragilidade da crise para se destacar no mercado, indo na contramão dos concorrentes que se retraem durante este período. 

A visão da inovação em tempos de crise sugere uma atitude oposta à do mercado, apostando fichas no longo prazo e usando a criatividade a seu favor. 

Quais empresas têm bom histórico de inovação em tempos de crise? 

Boas histórias não faltam! Negócios como Google, Uber, Netflix e Nubank são exemplos de empresas que não se intimidaram com os desafios do mercado e seguiram inovando mesmo quando a maré não lhes parecia favorável. Conheça algumas dessas histórias. 

Google 

Durante a famosa bolha que estourou na internet em 2001, muitas empresas deixaram de existir. Enquanto isso, o Google não parou de inovar e se destacou durante a crise, fortalecendo seu sistema de inteligência de buscas e oferecendo serviço de e-mail com alta capacidade de armazenagem e integração. 

Apple 

Mesmo em um mercado dominado pela concorrência e com cenários econômicos instáveis, a Apple conseguiu formar uma legião de fãs ao criar novas categorias de produtos, aliando funcionalidades de celular e computador em dispositivos inovadores, como o iMac, o iPad e seus gadgets mais recentes. 

Uber 

Em um mercado completamente bem estabelecido como era o transporte feito por táxis, a Uber inovou ao mudar o hábito da população, que colocou a tecnologia como conectora entre profissionais e consumidores, beneficiando ambos os lados. 

Seu sucesso se deu em um cenário conturbado, com alta rejeição por parte dos taxistas e em um grande movimento de inovação que resultou no aumento da qualidade do serviço de transporte para os usuários. 

Como inovar em tempos de crise? 

Para os profissionais que lideram equipes em médias e grandes empresas, os exemplos do Google, Apple e Uber podem servir de inspiração. Mas, afinal, como colocar a inovação em prática em períodos de incerteza econômica? 

Confira alguns caminhos que podem ser percorridos para atingir este objetivo. 

Encontre as oportunidades 

Uma das principais formas de criar uma cultura de inovação na equipe durante um período de crise é não deixar de planejar.  

Pode ser que não dê para executar as ações com a mesma intensidade do que em um cenário sem crise. Porém, certamente o planejamento levará o negócio a atingir os melhores resultados dentro da realidade do mercado. 

Entenda as necessidades do seu cliente 

Tão importante quanto proteger o negócio da crise é continuar olhando para aquilo que seu cliente precisa. Em cenários incertos, as necessidades dos consumidores podem mudar e, com isso, um redirecionamento da estratégia pode ser essencial. 

Por mais que a inovação pareça complexa e incerta, a verdade é que inovar não necessariamente significa altos investimentos e grandes tecnologias. Muitas vezes, olhar para a necessidade do cliente e focar em resolvê-la com seu produto/serviço pode ser o melhor tipo de inovação em tempos de crise, potencializando o resultado do negócio e aumentando a percepção de valor do cliente. 

Vislumbre o fim da crise  

Toda crise tem fim, mesmo que pareça distante. E, embora seja necessário que as empresas criem uma mentalidade resiliente e antifrágil para lidar com as incertezas econômicas, vislumbrar o fim da crise e buscar perspectivas positivas se faz necessário. 

O motivo vai além de disseminar o pensamento positivo para a equipe. Vislumbrar o fim da crise é importante para entender como o período de recessão deixará marcas na sociedade e quais serão os novos comportamentos da população quando o cenário estiver favorável novamente. 

Fortaleça suas competências 

Por fim, mas não menos importante, é investir em conhecimento para levar a mentalidade de inovação em tempos de crise para a sua empresa. 

Estudar casos de sucesso a fundo, expandir seu networking e ficar de olho nas tendências internacionais são algumas das formas de fortalecer suas competências para ter êxito na cultura de inovação em tempos de crise. 


Se você está em busca de novos conhecimentos sobre o tema, que tal conferir a Masterclass Innovation and System Logic, com o Prof. Jacopo Filippo Bargellini, da CUOA Business School. Inscreva-se agora e participe gratuitamente dessa palestra online! 

E para quem quer ter uma experiência internacional e participar de um curso de curta duração na Europa, indicamos o curso Creativity, Innovation & Entrepreneurship. Veja todos os detalhes no site da IBS Americas e participe do processo seletivo de bolsas de estudo!

4 Tecnologias Emergentes para considerar nos próximos anos

Você já viu uma inovação tão disruptiva em alguma empresa e se perguntou “como é que eu não pensei nisso antes?”

A verdade é que, depois que a inovação é aplicada e entra no uso cotidiano, ela tende a parecer muito simples. Porém, existe toda uma complexidade envolvida para fazer com que tecnologias tão sofisticadas sejam a base para a transformação de hábitos cotidianos dos consumidores.

Para sair na frente da disrupção tecnológica, é preciso ir além de ter ideias inovadoras, concretizando-as para que se transformem em inovação. Neste sentido, entender sobre as Tecnologias Emergentes é essencial, já que elas podem ser a base para que os negócios se tornem inovação e saiam na frente de seus concorrentes.

Sabendo da importância do tema, trouxemos neste artigo o conceito de Tecnologias Emergentes e separamos exemplos para ficar de olho nos próximos anos! Continue a leitura e confira!

O que são Tecnologias Emergentes?

Antes de mais nada, vamos entender o que são Tecnologias Emergentes e como elas têm impacto tanto em nossa vida pessoal quanto profissional.

São consideradas Tecnologias Emergentes todas as inovações que têm o potencial de modificar comportamentos em larga escala.

Para exemplificar, vamos analisar uma situação cotidiana. Até pouco tempo atrás, quando alguém precisava de um táxi, tinha as seguintes opções:

  • Ligar para um ponto de táxi;
  • Agendar uma corrida por meio de uma cooperativa;
  • Ficar na calçada fazendo sinal até que um motorista parasse para lhe atender.

Com a chegada de tecnologias em tempo real que permitiram interligar motoristas com passageiros, os aplicativos como conhecemos hoje mudaram todo o setor de transporte, beneficiando passageiros — que passaram a esperar menos tempo para encontrar um carro — e motoristas — que deixaram de ter que rodar com o carro vazio em busca de passageiros.

Desde que o mercado de transporte por aplicativos se consolidou, ele deixou de ser uma Tecnologia Emergente. Isso porque recebem este nome apenas as tecnologias que ainda não estão completamente consolidadas no mercado e ainda têm um caminho para adentrar todo o mercado.

Nesse sentido, os negócios que ficam de olho nas tecnologias emergentes e as aplicam rapidamente acabam levando vantagem competitiva em relação aos concorrentes, podendo liderar as inovações no segmento e obter crescimento a partir disso.

Vamos então entender quais Tecnologias Emergentes devem explodir nos próximos anos!

Quais são as 4 principais Tecnologias Emergentes para ficar de olho?

1 – Blockchain

Muito falado no mercado de Finanças, o Blockchain é uma tecnologia emergente capaz de rastrear as transações de informações pela internet. A tecnologia recebeu este nome graças à sua função de carregar informações conectadas por meio de pedaços de códigos gerados virtualmente, formando uma corrente de blocos de dados.

Embora seja conhecido como a base do bitcoin e das criptomoedas, o blockchain tem potencial para ganhar novas funcionalidades e aplicações em diversos segmentos!

Além disso, muito se fala sobre o blockchain ser a base da web 3.0, uma nova fase da internet que permitirá descentralizar o poder das grandes empresas de tecnologia que hoje dominam o meio digital — Google, Meta e outras.

2 – Realidade virtual

Se tem um dos assuntos que está dominando o mercado de tendências tecnológicas é o metaverso. Somente no Google, as buscas pelo termo subiram mais de 1000% nos últimos 6 meses.

Criação de espaços de marcas no metaverso, shows e eventos imersivos, jogos interativos: tudo o que conhecemos até então sobre o metaverso tem como base a realidade virtual, uma tecnologia emergente que promete revolucionar a forma como os usuários vivenciam a internet.

E quem está liderando este movimento são as grandes empresas de tecnologia e marcas mundialmente famosas. 

3 – DevSecOps

Pensando em cibersegurança e na importância de atingir um nível de maturidade em governança de dados, o DevSecOps chega como uma evolução de DevOps.

Em linhas gerais, DevSecOps significa criar segurança de forma automatizada no desenvolvimento de aplicativos e softwares de ponta a ponta. Aplicá-lo significa automatizar portas de segurança por meio de um conjunto de ferramentas que garantem a segurança nos processos de desenvolvimento.

Essa tecnologia emergente ganhou importância depois que a LGPD e outras leis internacionais de proteção de dados entraram em vigor, a fim de proteger toda a infinidade de dados pessoais que trafegam nos ambientes digitais.

4 – Computação Cognitiva

Obviamente, a ciência da computação não ficaria de fora nesta lista de tecnologias emergentes, afinal, especialistas vêm apontando que a 3ª era da computação está cada vez mais próxima.

Isso traz à tona a computação cognitiva, que deixa para trás os mecanismos de cálculos primários e tarefas programáveis, permitindo que a ciência da cognição e a ciência da computação criem tecnologias com capacidade para simular o processo do pensamento humano, automatizando tarefas e usando a inteligência artificial como base desta evolução.


E então, você já conhecia todas essas Tecnologias Emergentes? Tem dúvida de como aplicá-las e transformá-las em inovação na sua empresa?

Se está interessado em saber mais sobre inovação, sugerimos que participe da masterclass online Innovation and System Logic, com o Prof. Jacopo Filippo Bargellini da CUOA Business School. Inscreva-se agora e participe gratuitamente!

Na mesma instituição é realizado o curso presencial “Creativity, Innovation & Entrepreneurship”. Ministrado nos meses de janeiro e julho, e com duração de três semanas, tem como objetivo capacitar gestores para liderar processos de Inovação dentro e fora de suas organizações. Saiba mais e participe da próxima turma! Outro programa da IBS Americas que aborda diversos temas sobre tecnologias digitais, o curso “Digital Companies & E-Business Revolution”, ministrado na California State University, Northridge, aborda os processos da revolução digital e seus impactos na inovação e sustentabilidade das empresas. As inscrições já estão abertas para o próximo ano. Garanta a sua vaga!

Conheça 5 cursos internacionais de Gestão Estratégica de Negócios

A gestão estratégica de negócios é uma disciplina que tem o potencial de colocar a empresa em uma posição de destaque perante o mercado. Porém, colocá-la em prática depende de um conjunto de medidas a serem adotadas pelos líderes e equipe.

Em um cenário de constantes mudanças e avanços tecnológicos, a capacitação é fundamental para posicionar o negócio em destaque perante os concorrentes. Nesse sentido, investir em cursos de gestão estratégica de negócios pode ser a melhor decisão para ganhar mais destaque na carreira e, consequentemente, elevar o nível estratégico dos negócios da sua empresa.

Neste artigo, indicaremos 5 cursos para profissionais que querem dominar a gestão estratégica de negócios. Confira!

1 – Advanced Topics in Business Strategy (Califórnia)

O curso Advanced Topics in Business Strategy é a opção ideal para líderes interessados no desenvolvimento de estratégias competitivas e sustentáveis.

Por ser um programa avançado, é indicado para profissionais pós-graduados e com experiência gerencial. A carga horária é de 80 horas e oferece certificação em Executive Management.

O curso é ministrado na University of La Verne, na Califórnia – EUA, e tem duração de 3 semanas nos meses de janeiro ou julho: ideal para fazer durante as férias!

2 – Strategic Thinking (New York)

Não há como executar a gestão estratégica de negócios sem desenvolver o pensamento estratégico. Neste sentido, o curso Strategic Thinking oferecido na SUNY, em Nova York, é perfeito para estimular a tomada de decisão com entendimento, planejamento e execução de mudanças estratégicas no mundo dos negócios de hoje.

O curso conta com módulo introdutório, análise ambiental e interna e construção de estratégias competitivas. Além disso, o grande diferencial está na metodologia em que o curso foi construído, contendo:

  • Palestras ministradas por Ph.Ds ou especialistas com vasta experiência executiva;
  • Reuniões com executivos locais incluídas na grade de atividades;
  • Visita técnica à sede da ONU em Nova York;
  • Oportunidade para Networking internacional com profissionais interessados em gestão estratégica de negócios.

3 – Contemporary Topics in Business Strategy (Londres)

Outro curso internacional para fomentar a gestão estratégica de negócios é o programa intensivo oferecido pela Pearson College London, totalmente focado em temas atuais da Gestão Estratégica, como:

  • Inovação;
  • Sustentabilidade;
  • Tecnologias emergentes;
  • Desenvolvimento de parcerias públicas e privadas.

O programa aborda novas ferramentas e conceitos do pensamento estratégico, como Blue Ocean Strategy e o Canvas estratégico, além de estudo de casos e visitas a empresas da região.

Outros dois módulos sobre Sustentabilidade e Inovação também aprofundam a visão estratégica de negócios. Vale a pena conhecer o curso!

4 – Business Sustainability for Leaders (New York)

Capacitar líderes para o futuro envolve considerar temas como o ESG, que está cada vez mais presente nas organizações e ganhará ainda mais relevância para o sucesso dos negócios.

Por isso, o curso de Business Sustainability for Leaders também é uma excelente opção para ampliar a visão estratégica de negócios dos profissionais.

O curso é realizado no campus da SUNY em Albany, New York, nos Estados Unidos, e vai ensinar o aluno a planejar, implementar indicadores e garantir as melhores práticas de Gestão Sustentável para ter acesso a fundos ESG. Além disso, os aprendizados também visam impulsionar a carreira do aluno e aumentar a lucratividade de sua empresa com técnicas que atraem mais clientes e mais investidores, ao mesmo tempo em que contribuem para um mundo melhor.

5 – International Management & Leadership (Itália)

Por fim, o curso International Management & Leadership, ministrado na CUOA Business School (Itália), tem como objetivo desenvolver competências essenciais de liderança aplicáveis a empresas multinacionais, explorando opções para que o profissional compreenda o processo de gestão estratégica de negócios em contextos interculturais, destacando-se nesse cenário.

A Instituição é uma das mais importantes escolas de negócio da Europa, seu corpo docente é composto por Ph.Ds e especialistas em suas áreas de atuação.

Os programas também oferecem visitas opcionais ao Fashion District de Milão e as sedes da ONU (Organização das Nações Unidas) e da OMC (Organização Mundial do Comércio), em Genebra, na Suíça.

Como participar?

E então, gostou dessas dicas de cursos sobre gestão estratégica de negócios? Se sim, então você também vai adorar saber que é possível concorrer a bolsas de estudos de até 50%!

Todos os cursos são oferecidos pela IBS Americas, que anualmente leva mais de 1500 alunos para cursos de curta duração nos Estados Unidos e Europa! Acesse agora mesmo nossa página de cursos, escolha o seu e envie o Application Form para participar!

Por dentro da ULV: conheça nosso ex-aluno Sebastian Okita e saiba mais sobre como é estudar na University of La Verne

Tem curiosidade de saber como é estudar na University of La Verne?

Confira entrevista com nosso ex-aluno Sebastian Okita, da turma de Strategy & Marketing de janeiro de 2022!

Continue a leitura e saiba sobre o dia a dia, estrutura da universidade e experiências de quem vive a experiência de estudar 3 semanas na Califórnia!

Qual é a sua formação (ou o que está estudando?)

Sou formado em ciência política pela Universidade de Buenos Aires. Tenho um Diploma em Ativismo Ambiental e em Política e completei um programa em Política Internacional. Este ano vou começar a pós-graduação. Vou buscar uma especialização em estudos políticos.

Por que você escolheu essa universidade e esse curso?

Escolhi a universidade porque percebi que ela tinha um forte compromisso com os acadêmicos e o profissionalismo, mas também com a inclusão e a diversidade. Isso chamou minha atenção. Por outro lado, o curso de Strategy & Marketing foi uma novidade na minha escolha, já que originalmente eu faria Contemporary Topics in Public Administration. No entanto, o curso escolhido no final foi extremamente enriquecedor e me permitiu aprender uma série de conceitos teóricos e práticos que serão valiosos pessoal e profissionalmente.

Como foi o processo de preparação para a viagem com a IBS Americas? Que apoio você recebeu da equipe?

Durante o processo de preparação, recebi assistência em todos os casos em que precisei e sou muito grato por isso. Embora o processo tenha demorado mais do que o imaginado devido à pandemia da Covid-19, o acompanhamento da equipe da IBS Americas assegurou que a preparação tivesse tudo resolvido a tempo.

Como você se preparou para sair do seu país depois de quase 2 anos de fronteiras fechadas no mundo todo por conta da pandemia de covid-19?

Minha preparação antes da viagem foi extremamente cautelosa. Tentei evitar qualquer exposição ao vírus, e trabalhar remotamente me permitiu ficar em casa o maior tempo possível. Entretanto, também era necessário ter certas atividades para encontrar um equilíbrio. A esse respeito, devo dizer que a o estudo do inglês foi um lazer, mas também foi acadêmico, de modo que eu pudesse considerá-lo como um momento agradável durante a pandemia. Isso incluiu leitura, séries, filmes e podcasts em inglês, que me ajudaram a melhorar o idioma e me distrair da vida cotidiana.

Como foi a experiência de estudar com pessoas de diferentes nacionalidades e culturas?

Ter a possibilidade de estudar com pessoas de diferentes países é um grande exemplo de intercâmbio cultural. Isso é possível graças à diversidade nas formas de estudar, nas perspectivas sobre o que viram e na forma como compartilham aquilo que aprenderam. Graças ao fato de eu ter tido a possibilidade de fazer isso antes, não foi a primeira vez, mas foi realmente muito gratificante compartilhar estudos com pessoas de outros países, com uma formação educacional, cultural e pessoal diferente.

Quais empresas você visitou? Como foi a experiência de estar em contato com executivos dessas empresas?

Infelizmente, a Covid-19 impediu a realização das atividades programadas pela IBS Americas e pela Universidade. Foi uma pena, mas pelo menos pude fazer parte da turnê virtual do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Foi uma experiência incrível e uma conversa realmente nova para o meu conhecimento.

O que você achou da estrutura, equipe e suporte da universidade durante as aulas?

No que diz respeito à estrutura da universidade, fiquei realmente muito confortável e encantado com o projeto dos edifícios cercados pela natureza, o entrelaçamento de edifícios modernos e edifícios do passado, preservados de maneira louvável. Gostei muito de caminhar por cada um dos espaços e achei muito interessante descobrir os recursos disponíveis para os alunos.

Sobre sua rotina, como você se organizou para estudar e aproveitar seu tempo livre? O que você fez nesses momentos? Que lugares você visitou?

Em relação à organização para acompanhar o estudo do curso, pude dedicar tempo ao material visto durante a aula, bem como às tarefas que nos foram dadas pelos professores. Quando chegavam os dias sem aulas, eu tentava aproveitar o tempo para caminhar desde o início da manhã. Os lugares que tive a oportunidade de visitar foram o Centro de Los Angeles, o Observatório Griffith, Santa Monica, os estúdios da Warner Bros, a Calçada da Fama, entre outros. Fiquei fascinado com cada um dos lugares.

Qual a importância dessa experiência internacional para sua vida e carreira?

Acredito que a experiência me proporcionou uma nova perspectiva sobre minha vida pessoal, acadêmica e profissional. Isso se deve à magnífica forma como os professores ministravam os conceitos. Da mesma forma, a apresentação de uma sociedade completamente diferente, mesmo que por um curto período, também significou uma leitura completamente diferente daquela que funciona em meu país, isso também é um fator que levo em consideração e me fornece várias reflexões sobre o assunto.

Por fim, que mensagem você gostaria de deixar para os alunos que planejam fazer um curso no exterior?

Na hora de deixar uma mensagem para aqueles que decidem estudar em outro país, minha experiência me permite aconselhá-los a não hesitar em fazer isso, a passar pelas lentes de nossa realidade, da nossa perspectiva e entrar em uma nação diferente, com um grupo de pessoas que procuram expandir o horizonte de aprendizagem e de enriquecimento. Acredito que vale a pena ter esse projeto dentro da órbita acadêmica e profissional.


Sebastian, a equipe da IBS Americas agradece a sua participação nessa entrevista e deseja muito sucesso e realizações em sua carreira profissional!


Se você se interessou por essa experiência e quer ter a oportunidade de estudar na University of La Verne, inscreva-se no processo seletivo para as próximas turmas. As bolsas de estudo são exclusivas para os cursos de curta duração (3 semanas).