5 dicas para quem quer estudar no exterior pós pandemia

Muitas pessoas sonham em estudar no exterior para agregar diferenciais ao seu currículo, se aperfeiçoar em sua área de atuação profissional e destacar-se. Porém, a pandemia e as restrições de entrada em diversos países adiaram o sonho de milhares de estudantes, que tiveram que postergar seus estudos para 2022 ou 2023.

Profissionais que estudam no exterior adquirem características atraentes para empresas contratantes e, até mesmo, trazem na bagagem experiências positivas para aqueles que decidem criar seu próprio negócio, como fluência em um segundo idioma, experiência em se comunicar com pessoas de culturas e visões diferentes, experiência em lidar com situações que fogem ao seu cotidiano comum, adaptabilidade e visão global sobre os assuntos relacionados ao setor em que atua.

Se você já se decidiu que irá retomar os estudos no próximo ano, quer investir em uma formação internacional e não sabe por onde começar, continue a leitura! Nesse post te ajudaremos a planejar essa grande experiência para que você aproveite cada etapa.

1. Saiba qual o melhor curso para fazer de acordo com seu momento profissional e de vida

Caso seja graduando ou recém graduado, você pode aproveitar suas férias e escolher entre cursos de curta duração com temas relacionados a área que estuda e se formar já com o diferencial de uma experiência no exterior, conhecendo novos mercados, culturas e pessoas.

Se você já se formou, pode escolher entre uma pós-graduação ou MBA ou optar também por cursos de curta duração destinado a profissionais mais experientes, que são uma boa pedida para quem quer ter a experiência de participar de discussões com executivos locais, contato com pessoas de diversos lugares do mundo e aperfeiçoar o idioma.

E para quem já ocupa cargos de gestão ou já toca o seu próprio negócio, essa modalidade de curso também pode conferir diferencial e te ajudar a desenvolver projetos inovadores com o uso de conceitos discutidos de maneira global!

Na hora de escolher, leve em consideração suas metas, suas prioridades, seu momento profissional: você pode fazer um curso mais longo e ficar alguns meses fora de seu posto no trabalho atual ou pode trabalhar à distância? Se puder, pode pensar em cursos mais longos, mas caso não tenha essa disponibilidade, é totalmente possível se preparar e aproveitar as férias para estudar no exterior durante 2 ou 3 semanas e trazer novas ideias para implementar na sua empresa ou no seu negócio.

2. Escolha o local ideal para o seu objetivo

Em qual área você quer se aperfeiçoar? Essa é uma pergunta importante na hora de escolher para qual país ir e qual instituição escolher.

Opções como Estados Unidos e Europa são a escolha de muitos estudantes. Isso porque essas regiões são referência em diversas áreas e conferem experiência importante para quaisquer profissionais. Por exemplo, quem não precisa saber sobre gestão e estratégias de comunicação e de negócios hoje em dia, numa realidade digital e globalizada?

Além de escolher o país de destino, escolha uma instituição que tenha referências e experiência em levar pessoas para estudar no exterior. Visite o site, entre em contato, entenda sobre o processo de admissão, se é possível conseguir bolsas de estudos, busque depoimentos de alunos que já foram e siga todos os passos de inscrição.

Além disso, é importante se informar sobre a necessidade de um visto de estudante ou de negócios/turismo. O tipo do visto vai depender do tempo que você ficará no país. Vale lembrar que os consulados de muitos países ficaram fechados por longos meses, o que pode dificultar o agendamento das entrevistas. Busque saber quais são as exigências do país de destino e como a instituição de ensino escolhida pode te ajudar nesse processo.

Também é importante se atentar às novas exigências impostas pelos países por causa da COVID-19. Principalmente após um período de pandemia global, informe-se sobre o que o país de destino exige do estudante, quais vacinas são aceitas, se é necessário apresentar um teste de PCR, se o país exige quarentena, entre outras exigências.

3. Prepare-se para sua estadia e planeje sua viagem: busque saber sobre o clima do lugar, quais as melhores opções de acomodação, veja como se locomover

A experiência de estudar fora do país vai além dos materiais de estudo. Pesquise sobre a localização da instituição para onde você vai, veja a distância de sua hospedagem até lá, quais os meios de transporte mais eficientes para se locomover pela e entre cidades.

Também é importante analisar as opções de hospedagem e custo-benefício. Em muitas universidades são oferecidos quartos em dormitórios estudantis (housing), onde você vai dividir o quarto com 2 ou 3 alunos. Também existe a opção de hotel ou Airbnb, sozinho ou dividindo com um colega de sala.

Saiba sobre o clima no país de acordo com a época que você vai. Ninguém quer passar o famoso “perrengue” de frio ou calor e ter que gastar mais que o esperado com roupas e assessórios não planejados, não é mesmo?

Além disso, vale pesquisar sobre o que fazer no tempo livre. Com certeza, além de estudar, você vai querer conhecer mais sobre o lugar, pontos turísticos, históricos, entre outras atividades. Para isso, faça um cronograma e planeje cada um dos dias separando horário para as aulas na instituição escolhida, estudo em casa e, também, para turismo e programas culturais.

4. Vá preparado para focar nos estudos: leia sobre a realidade do local na sua área de atuação, conheça autores importantes para abordar nas aulas, leve suas principais dúvidas

Em uma experiência de estudo fora do país, você terá contato com diversas novidades da sua área de atuação. Antes de ir, vale pesquisar sobre a realidade do local e entender a relevância daquele país, estado ou cidade para sua área de estudos.

Pesquise sobre profissionais locais que são referência, empresas-modelo, autores influentes e respeitados que abordam os temas que você vai estudar.

Veja se a instituição escolhida oferece materiais para te auxiliar na preparação da viagem, para que você tenha insumos para estudar com antecedência, ler artigos, anotar dúvidas e formular boas questões aos professores para que você volte preparado para colocar em prática tudo que aprender.

5. Aproveite a experiência o máximo que puder!

Aproveite! A experiência de estudar no exterior pode ser benéfica em várias áreas da sua vida além da profissional.

Além de se destacar no mercado de trabalho, convivendo em uma realidade diferente da sua, você aprende sobre novos pontos de vista que você talvez não veria sem a chance de estar num lugar novo e cheio de pessoas dispostas a aprender e trocar experiência e saberes.

Vá focado! Você fará um investimento importantíssimo que pode mudar sua vida e te apresentar oportunidades únicas! Estude bastante, traga novidades e destaque-se!

Aproveite a chance de fazer networking! Imagine manter contato com profissionais de diversas partes do mundo e continuar aprendendo sobre realidades, idiomas, culturas e economias diferentes e ainda poder desenvolver projetos internacionais!


Agora que você já sabe por onde começar, que tal planejar uma viagem de estudos? Na IBS Americas você tem a oportunidade de escolher entre destinos como Itália, Londres, Califórnia e New York para estudar sobre Administração, Comunicação e Marketing, Estratégia, Finanças, Gestão de Projetos, Liderança, Sustentabilidade, Inovação, entre outros cursos! São cinco opções de universidades renomadas e que são referência na formação de líderes globais, localizadas em cidades estratégicas e próximas a diversas empresas e até mesmo das sedes da ONU e OMC!

Além disso, você ainda pode concorrer a bolsas de estudo! Veja mais sobre os cursos disponíveis e preencha o Application Form!

5 livros sobre liderança essenciais em 2021

Provavelmente, você já deve ter feito inúmeras leituras sobre gestão durante a faculdade e a pós-graduação. Mas, indo além dos clássicos, existem novas obras que retratam o cotidiano atual dos negócios e trazem assuntos cada vez mais importantes para os líderes.

Neste artigo, você pode conferir quais são os 5 livros sobre liderança essenciais para 2021. Acompanhe!

1. Data Science para Negócios

Escrita por Foster Provost – professor da NYU – e Tom Fawcett – Ph.D. em aprendizagem computacional e profissional da indústria – esta obra se tornou um guia padrão para quem quer aprender Data Science, pois retrata a metodologia de mineração de dados e pensamento analítico de dados com exemplos da sua aplicação.

O livro é considerado um guia amplo, porém não é extremamente técnico. Por esse motivo, é importante para os líderes que estão em busca de aprimoramento nesse assunto e precisam implementar a cultura Data Driven na empresa.

2. Capitalismo Consciente

Em Capitalismo Consciente, os autores exploram exemplos de grandes empresas como Google, Costco e Whole Foods Market, que vem conseguindo gerar lucro para si mesmas, ao mesmo tempo em que colaboram com seus stakeholders clientes, colaboradores, parceiros, investidores, sociedade e meio ambiente.

O livro abre caminho para que os líderes possam contribuir como agentes de mudança no mercado, explicando os 4 princípios do capitalismo consciente, que são:

  1. Propósito maior
  2. Integração dos stakeholders
  3. Liderança consciente
  4. Cultura e gestão conscientes

A obra foi escrita por John Mackey, um dos fundadores do Whole Foods Market, e Raj Sisodia, professor de marketing da Universidade de Bentley. Juntos, eles fundaram o movimento Capitalismo Consciente, que tem como objetivo contribuir com líderes e empresas que apostam em um futuro mais cooperativo e humano, sem perder de vista o capitalismo de livre-iniciativa.

3. Economia Circular

Considerando a exaustão de recursos naturais e como isso deve refletir na produção e no consumo de bens materiais, esta obra apresenta o conceito de Economia Circular, mostrando como ela é o caminho para cuidar do planeta sem abandonar a lucratividade essencial para manutenção das empresas.

Obviamente, este livro contribui com conhecimento em questões práticas da sustentabilidade. Porém, ganhou força entre os líderes por trazer o assunto com uma nova roupagem, guiando-os pelas oportunidades que serão geradas para o mercado empresarial nos próximos anos. Esta é a primeira obra sobre o assunto traduzida para a Língua Portuguesa e traz uma visão profunda sobre como as empresas podem se ajustar a fim de enfrentar a nova realidade de consumo.

O livro foi escrito por Catherine Weetman, que é mestre em logística e distribuição, professora universitária e atua no mercado de sustentabilidade, explorando riscos de negócios e oportunidades de valor nas empresas.

4. Agilidade Emocional

Considerando o fato de que os profissionais do futuro devem estar antenados com as tendências, ao mesmo tempo em que olham profundamente para as relações humanas, essa é uma dica de livro para liderança que trata de desenvolvimento emocional.

Depois da inteligência emocional, o novo conceito do momento é a agilidade emocional, habilidade essencial para lidar com a imprevisibilidade da vida, sem deixar com que isso afete seus objetivos e resultados a serem alcançados no âmbito pessoal e profissional.

A obra foi escrita por Susan David, psicóloga, professora da Escola de Medicina da Universidade de Harvard e Ph.D em Administração.

5. Empatia Assertiva

Seguindo ainda nos temas comportamentais, a obra Empatia Assertiva mostra um caminho para que líderes sejam capazes de levar sua equipe ao sucesso, sem precisar adotar comportamentos desumanos para isso.

A obra promete ajudar a melhorar os relacionamentos interpessoais no ambiente de trabalho, fazendo com que líderes cumpram com maestria suas 3 principais responsabilidades como gestores de pessoas:

  1. Promover uma cultura de feedback
  2. Criar uma equipe coesa
  3. Atingir resultados dos quais todos se orgulhem

O livro foi escrito por Kim Scott, ex-colaboradora do Google e da Apple, que usou seus aprendizados na vida corporativa para desenvolver sua tese sobre gestão de pessoas.


E então, pronto para turbinar seus conhecimentos com esses livros sobre liderança? Se você está sempre em busca de experiências para turbinar sua carreira, saiba quais são as habilidades essenciais para o líder do futuro e como desenvolvê-las.

Líder do futuro: entenda quais seus principais desafios e habilidades a serem desenvolvidas

Em meio a importantes inovações tecnológicas e imersos na recuperação do mercado pós pandemia, a liderança das empresas, mais do que nunca, se mantém antenada aos movimentos e tenta prever o desfecho do mercado de trabalho, planejando seus próximos passos.

Além do caminho que as empresas tomarão, existe a preocupação em relação ao desenvolvimento da própria carreira. Como se preparar para os próximos anos? Qual perfil de profissional se destacará no futuro?

Para ajudá-lo a responder essa e outras perguntas, reunimos neste artigo algumas visões sobre os desafios e habilidades essenciais para os líderes do futuro. Acompanhe!

Os desafios do líder do futuro

De um lado, a inteligência artificial, o machine learning e a automação de processos. Do outro, a necessidade da consciência social e da humanização das relações de trabalho.

Esse cenário ambíguo mostra que o líder do futuro estará imerso entre tecnologia e pessoas e, para que transite bem nesses dois mundos aparentemente opostos, terá de superar alguns obstáculos. Vejamos mais sobre o assunto.

Liderança humanizada

Atingir bons resultados de negócio e garantir a máxima performance da equipe já não é fator determinante para a atuação de gestores. O líder do futuro tem a tarefa de ir além disso.

Sendo o Brasil o país mais ansioso do mundo e com mais de 20% da sua população sofrendo com algum tipo de transtorno mental, os líderes do futuro não poderão mais pedir para que sua equipe simplesmente separe a vida pessoal da profissional, já que uma influencia a outra e vice-versa.

Enquanto traz rentabilidade para a empresa, esse profissional precisa preservar a saúde e a qualidade de vida de seus colaboradores, parceiros e fornecedores. Isso sem falar de outros assuntos correlacionados, como diversidade no ambiente de trabalho, contribuição com causas sociais etc.

Disrupção tecnológica

Embora muitas tarefas sejam automatizadas nos próximos anos, isso não significa que os líderes do futuro terão um trabalho mais fácil que seus antecessores.

O bom uso das inovações tecnológicas está diretamente ligado à gestão eficiente, o que exige que os profissionais criem estratégias bem definidas, saibam mensurar os riscos e conduzam os projetos, bem como as máquinas, da forma mais competente e ágil possível.

As habilidades essenciais para o líder do futuro

É certo que não existe uma resposta exata para esses desafios. Porém, algumas competências exigidas atualmente se tornarão ainda mais importantes para que o líder do futuro saiba lidar com a nova realidade das empresas. Confira algumas delas!

Agilidade emocional

Indo além do conceito de inteligência emocional, que já vem sendo tão trabalhado no ambiente corporativo, a agilidade emocional chega como forma de repaginar essa habilidade.

O conceito, bastante explorado pela psicóloga e professora de Harvard Susan David, aponta que, cada vez mais, as pessoas que souberem lidar rapidamente com as reviravoltas impostas na vida pessoal e profissional, estarão mais preparadas para assumir grandes responsabilidades sem sofrer danos emocionais por isso.

Forte aliada para lidar com as dificuldades do mundo BANI (Brittle, Anxious, Nonlinear e Incomprehensible), a agilidade emocional precisará tanto ser praticada pelo líder do futuro quanto ensinada para seus subordinados.

Data Driven

Em um mundo onde 40.026 Exabytes (milhões de Gigabytes) são processados por ano, é primordial que o líder do futuro saiba usar os dados a seu favor.

Isso significa que conceitos como Data Science, Inteligência Artificial e Machine Learning estejam claros em sua mente e, mais do que isso, sejam aplicados às suas atividades cotidianas.

Embora o assunto seja novo, cursos de curta duração como Data Science aplicada para Negócios da Pearson College London reúnem os principais insights mundiais sobre o assunto, preparando jovens líderes para o caminho que trilharão em um futuro breve.

Gestão Sustentável

Além da relação pessoas-tecnologia, existe outro fator essencial para o líder do futuro: a questão ambiental.

Cada vez mais preocupados com o posicionamento das empresas diante de assuntos comuns à sociedade, os consumidores passaram a monitorar o comportamento das marcas em relação a seu discurso e, principalmente, às suas práticas.

Esse movimento trouxe para dentro das empresas um senso de comunidade que vai além da comunicação, moldando os líderes para que apliquem estratégias de sustentabilidade em cada etapa do processo.

Iniciativas relacionadas à ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) e ODS (objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU) se tornaram pautas urgentes para jovens profissionais que almejam ocupar cargos de liderança no médio prazo.

Diante de tantas mudanças que permeiam o futuro do trabalho, a melhor forma de se manter conectado e preparado para as tendências é olhar para os mercados que estão liderando esses movimentos.

Por esse motivo, cada vez mais profissionais estão buscando por cursos executivos de curta duração fora do país, obtendo, assim, experiência internacional durante suas férias.


Se você quer se tornar um líder do futuro, faça parte desse movimento e encontre um curso de curta duração em locais como Londres, Nova York e Califórnia e esteja à frente do mercado!

Qual o momento ideal para fazer uma viagem de estudos depois da graduação?

Fazer uma viagem de estudos no exterior é um sonho que muitos jovens têm durante ou depois da graduação. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio (Belta), realizada em 2019, 365 mil brasileiros foram estudar fora do país.   

Sabemos a importância de se manter atualizado e estudando para se destacar no mercado de trabalho. Sendo assim, uma experiência internacional pode ajudar, e muito, no desenvolvimento da carreira.  

Mas, quando fazer essa viagem? O que estudar lá fora e como se preparar? Neste post falaremos sobre as opções de cursos disponíveis e sobre os benefícios para quem quer ter essa experiência. Leia e saiba mais!

Quais os benefícios de fazer uma viagem de estudo? 

Muitos aspectos tornam a viagem de estudo uma grande oportunidade, conheça alguns deles! 

Aprimoramento de uma nova língua 

Provavelmente, o primeiro benefício que vem à cabeça quando pensamos em uma viagem de estudos é a possibilidade de aprender e/ou se aperfeiçoar em outro idioma. De fato, se comunicar com pessoas nativas ajuda muito na hora de se localizar, se deslocar e desenvolver o idioma de forma mais natural. Além disso, estar em contato com pessoas que trabalham e estudam na mesma área de atuação que você escolheu, pode te dar um repertório ainda maior em relação aos termos específicos usados no mundo corporativo, o que já te garante um ponto na concorrência por vagas no mercado de trabalho. 

Contato com novas culturas 

Além do idioma, estar em contato com pessoas que fazem parte de uma realidade diferente pode expandir os horizontes e ajudar no desenvolvimento de diferentes pontos de vista acerca de diversos assuntos, inclusive na vida profissional. 

Experiência pessoal 

Estar fora de seu ambiente e aprender a se organizar, conviver, se locomover e conseguir aproveitar cada momento da viagem também conta muito no amadurecimento e experiência pessoal que você pode carregar durante toda a vida e aplicar em diversas áreas. 

Networking Internacional 

Imagina ter a possibilidade de interagir, aprender e trocar experiências com pessoas de diversos lugares do mundo! Uma viagem de estudo pode garantir bons contatos que podem ser valiosos na sua trajetória profissional.

Aprimoramento Profissional 

Fazer um curso no exterior também te proporciona entender como funcionam os processos fora do lugar que você já conhece, dessa forma, você pode aprender e aplicar o que encontrar de interessante onde você já atua ou pretende atuar. 

Turbinar o currículo 

Uma experiência internacional pode te colocar à frente. Profissionais que estudaram no exterior podem se sobressair em relação aos outros na hora de buscar oportunidades profissionais. 

O que estudar lá fora? 

Existem diversas possibilidades para quem quer estudar no exterior. Você pode escolher entre cursos de MBA, pós-graduação ou cursos livres voltados à sua área de estudo e atuação. 

Tanto para quem quer seguir carreira acadêmica quanto para quem quer se aprimorar profissionalmente, há um grande leque de opções. 

Você pode pensar no curso que quer fazer levando em consideração o momento em que está. Se puder fazer uma pausa no trabalho, investir num MBA pode ser interessante, por exemplo. 

Agora, se você já trabalha e quer se aperfeiçoar sem abrir mão do seu emprego, os cursos livres são perfeitos para garantir uma formação de qualidade e em menos tempo. Você pode usar o tempo de suas férias e voltar cheio de coisas novas para compartilhar com seus colegas e aplicar na sua empresa! 

Esse tipo de curso também é super válido para quem quer abrir o próprio negócio ou já ocupa um cargo de liderança. Opções ligadas à administração, tecnologia e negócios, por exemplo, são excelentes para trazer visões inovadoras a respeito da área em que você atua e até mesmo na forma de gerir os negócios. 

Para onde ir? 

Existem inúmeras possibilidades de lugares incríveis para estudar. Dentre destinos interessantes e bem procurados quando o assunto é negócios, temos Nova Iorque e Los Angeles, nos EUA e países da Europa como Inglaterra e Itália, por exemplo. 

Além das oportunidades de curso, você pode planejar uma experiência completa, com passeios e visitas diversos. 

Como se preparar para fazer uma viagem de estudo? 

A decisão de fazer uma viagem de estudo deve vir acompanhada de muito planejamento.  

Depois de pesquisar e entender o melhor tipo de curso a fazer de acordo com o seu momento de vida pessoal e profissional, é importante procurar um lugar confiável e que tenha experiência para te ajudar no passo a passo, por exemplo, de como tirar o visto quando necessário, quando e onde comprar passagens, quanto dinheiro investir e quanto levar para lazer e emergências, decidir onde se hospedar e como se preparar para o curso. 

Melhor ir preparado, certo? Leia sobre o curso que vai fazer, sobre como funciona o mercado na sua área de atuação no país para onde vai, busque saber quem são os professores e quais as suas experiências, veja lugares legais para visitar e que complementem a sua formação. 


Como você viu, fazer uma viagem de estudos pode ser uma experiência completa e te trazer inúmeras oportunidades! A IBS Americas tem cursos nas áreas de comunicação, administração e negócios para quem está em busca de se desenvolver profissionalmente com o plus de uma experiência fora do país.  

Em parceria com universidades renomadas dos Estados Unidos e da Europa, os cursos contam com professores PhDs, visitas a empresas e ainda um material completo antes da viagem, com leituras prévias e contato com os colegas de turma vindos de diversos lugares do mundo (você já pode começar a construir seu networking global!).  

Além disso, todos os cursos realizados na Califórnia, New York e Londres têm o módulo de Business English para você se aperfeiçoar no idioma e são certificados pelas universidades locais parceiras e pela IBS Americas. 

Como conseguir uma bolsa de estudos? 

Você pode concorrer a bolsas de estudos de até 50% pela IBS Americas, basta escolher a universidade desejada, o curso desejado e preencher o Application Form. 

Conheça os cursos disponíveis para as turmas de 2022 e aproveite a oportunidade de fazer uma viagem de estudos e de se destacar no mercado de trabalho!  

Anitta no Conselho de Administração do Nubank. O que significa essa decisão?

(Crédito: Reprodução/Nubank)

O Nubank acaba de anunciar, via comunicado oficial enviado à imprensa, a nova integrante de seu Conselho de Administração: Larissa de Macedo Machado, mais conhecida como Anitta, que participará das reuniões trimestrais com os outros seis conselheiros para discutir decisões estratégicas da empresa e a melhoria dos serviços para os clientes.

No comunicado, o CEO e fundador da Nubank, David Vélez, comenta que “Anitta tem profundo conhecimento do comportamento dos consumidores nesses mercados que tem explorado e tem muita experiência em estratégias de marketing vencedoras”.

Mas que mercados são esses? A Fintech, que está à frente no número de usuários de bancos digitais do mundo, com 35 milhões no Brasil, busca crescimento em países da América Latina. Em janeiro de 2021 anunciou uma onda de investimentos de US$ 400 milhões que serão aplicados em estratégias de crescimento internacional e, mais recentemente, mais US$ 500 milhões da Berkshire Hathaway, do investidor Warren Buffett.

No Brasil desde 2013, quando foi lançada como startup, a empresa diz que já economizou mais de R$15 bilhões em tarifas para seus usuários. A aposta do Nubank em Anitta, por sua vez, além da publicidade, está ligada ao sucesso na estratégia de alcance da cantora em países da América Latina. Anitta, atualmente, é a artista brasileira de maior influência internacional, com mais de 54 milhões de seguidores no Instagram e prêmios como de Melhor Artista Feminina no Latin American Music Awards, evento que premia cantores latino-americanos.

Sendo assim, a Fintech, que está em busca de crescimento no continente e declarou que os investimentos de 2021 serão destinados à busca por novos clientes no México e na Colômbia, se alia à cantora para pensar em estratégias para alcançar esse público de acordo com a premissa principal que descreve os objetivos do banco digital, de democratizar e facilitar o acesso das pessoas aos serviços financeiros.

Além da busca por novos clientes, a preocupação com o ESG (Environmental, Social and Corporate Governance), sigla em inglês que significa “ambiental, social e governança”, que trata da preocupação dos negócios em relação ao seu impacto ambiental e social, também parece ser um motivo para a escolha de Anitta para o conselho da marca, visto que é referência na comunicação com seu público, o que facilita o entendimento de suas necessidades. Além disso, Anitta, que cresceu em uma comunidade no Rio de Janeiro, diz entender a dificuldade de acesso a produtos financeiros. Com a parceria, o banco tem maior facilidade de acesso a jovens e às classes D e E, o que facilita a democratização dos serviços.

Existem riscos para a empresa em ter como conselheira uma artista de alcance global, visto que a vida pessoal, posicionamentos e possíveis polêmicas que dividem as opiniões em relação à cantora, podem influenciar na contratação dos serviços do banco por parte de possíveis clientes, porém, esse é um risco que grandes empresas correm visando melhorias em seus serviços e apostando em soluções inovadoras, como a contratação de pessoas com grande visibilidade.


Se você gostou do conteúdo e quer saber mais sobre vida acadêmica e profissional, acompanhe a IBS Americas nas redes sociais. Oferecemos cursos de curta duração ministrados em universidades nos Estados Unidos e Europa, visando preparar jovens profissionais a se tornarem os líderes do futuro.

Entrevista com Vanessa Andrade, Diretora de Programas e Parcerias Internacionais da CSUN

Confira a conversa entre o Prof. Aldo Brunhara, Diretor de Relações Internacionais da IBS Americas, e Vanessa Andrade, Diretora de Programas e Parcerias Internacionais da California State University, Northridge. A conversa abordou temas importantes relacionados aos programas oferecidos pela CSUN e alguns fatos interessantes sobre a universidade.

1) Olá Vanessa, você poderia se apresentar e falar sobre os programas que nossas escolas oferecem em conjunto?

Meu nome é Vanessa Andrade e sou Diretora de Programas e Parcerias Internacionais da CSUN. Nossa parceria com a IBS Americas existe por cerca de 5 anos e recebemos alunos incríveis que vêm para nosso campus a partir dela. Lembro-me de quando começamos, só tínhamos o programa de Communication, Design & Innovation com uma primeira turma de 18 alunos vindos principalmente do Brasil. Naquela época, todos na universidade, dos nossos alunos ao corpo docente, ficaram emocionados com essa nova experiência e com a oportunidade de ter contato com as diferentes perspectivas que os alunos internacionais trazem para a faculdade. Desde então, expandimos para um total de 4 programas, sempre em janeiro e julho, com os novos programas de Digital Companies & E-Business Revolution, Design Thinking & Innovation, e o recém-lançado, Leadership in na Age of Disruption. É fascinante como os programas têm crescido nos últimos anos, atingindo 150 alunos a cada período e com uma grande diversidade, tendo alunos vindos do Brasil, América Latina, Europa, África e Ásia. Eu acredito que é uma situação onde todas as partes ganham, os alunos, a faculdade, o corpo docente, para a IBS Americas e para a nossa comunidade em geral.

2) Você pode explicar como funciona o programa de Business English na CSUN? Além disso, você pode compartilhar um pouco sobre as visitas às empresas?

O programa de Business English é oferecido a todos os alunos que decidiram participar dos cursos executivos, sem custo adicional. O programa Business English acontece de segunda as quartas no período da tarde. Os alunos são convidados a praticar todos os elementos importantes para o desenvolvimento de um inglês fluente. Além disso, os alunos aprendem como montar uma apresentação e como atingir pessoas de níveis diferentes, principalmente no ambiente de negócios, no idioma americano. Este programa provou ser extremamente eficaz para não nativos porque eles são incentivados a quebrar a barreira do idioma e expandir seus conhecimentos na língua. Também é importante mencionar que os alunos que participarem do Business English receberão dois certificados, um do programa Executivo e outro do Business English.

Quanto às visitas a empresas, eu acredito que elas também são um dos maiores benefícios por aqueles que decidem estudar conosco. A CSUN está fortemente ligada aos negócios da nossa comunidade. Sempre tivemos uma experiência maravilhosa ao levar os alunos para essas empresas, na maioria das vezes, os alunos visitam a Netflix, Warner Brothers, Twitter, DC Comics ou a Walt Disney Company. Nessas visitas, os alunos têm a oportunidade de conversar com executivos dessas empresas e tirar todas as dúvidas que eles possam ter. Além disso, os executivos contam a história da empresa que visitamos e, ao final, reservam alguns minutos para responder às dúvidas que nossos alunos possuem. Por esses aspectos, acredito que as visitas às empresas proporcionadas pela CSUN são extremamente singulares e proporcionam uma variedade de experiências que os alunos podem não encontrar em seus países.

3) Vanessa, você pode falar sobre o pós-aula, como os lugares que nossos alunos podem visitar durante o programa?

Há muitas coisas que os alunos podem fazer durante os programas. Nos fins de semana, aconselho os alunos a visitarem os lugares que temos nas proximidades, como Santa Monica, Malibu, Vinewood ou Beverly Hills. Além disso, no inverno nossos alunos costumam esquiar e ir para as montanhas. Há uma incrível vida selvagem ao nosso redor. Las Vegas também é uma cidade que nossos alunos gostam de ir para se divertir e jogar nos finais de semana. A melhor parte de estudar na Califórnia para os estudantes internacionais é que eles levarão para casa muito mais do que apenas o que aprenderam nas aulas. O processo de aprendizagem está em toda parte, e a Califórnia está pronta para acolher todos os alunos interessados.

Você está gostando dessa entrevista? Clique no link abaixo para ter acesso a toda a conversa e saber o que os professores acham importante para fazer esse programa internacional na Califórnia.


Clique aqui para saber mais sobre a California State University, Northridge ou, se quiser aprender sobre cada programa separadamente, verifique os links abaixo.

Communication, Design & Innovation

Design Thinking & Innovation

Digital Companies & E-Business Revolution

 – Leadership in an Age of Disruption

Entrevista com Paolo Bellamoli, coordenador dos programas internacionais da CUOA Business School

Hoje trazemos para você uma parte da conversa entre o Prof. Aldo Brunhara, Diretor de Relações Internacionais da IBS Americas, e o Professor Paolo Bellamoli, Coordenador dos Programas Internacionais da CUOA Business School. O bate-papo abordou temas importantes referentes aos programas oferecidos pela CUOA e quais são as perspectivas de formação internacional que o Prof. Paolo considera relevantes.

1. Professor Paolo, qual a sua função na CUOA Business School e quais são os campos de atuação da escola?

Olá, Prof. Aldo Brunhara, sou o responsável pelos programas internacionais oferecidos pela CUOA Business School. A CUOA oferece programas de negócios desde 1957, quando foi fundada pela Universidade de Pádua, na Escola de Engenharia, e hoje é considerada uma das mais importantes escolas voltadas para Negócios da Itália, recebendo alunos de várias universidades do país. Além do apoio de várias faculdades, recentemente tivemos também o setor privado investindo e tornando-se um de nossos parceiros com o objetivo de expandir nosso conhecimento em Negócios. A CUOA não oferece programas de graduação, a escola é focada em programas de Negócios, MBAs, Mestrados, Programas Executivos e Programas Customizados para Empresas. Devido à nossa influência na Itália, a maioria dos bons executivos e gerentes já estudou conosco e hoje fornece conhecimento para aprimorar esses programas. No âmbito internacional temos parcerias com diversas universidades ao redor do mundo e o tempo todo estamos trabalhando para aprimorar o conteúdo de nossos cursos.

2. Você pode repassar os programas de inverno e verão que a IBS Americas tem com a CUOA e explicar as características que esses programas têm?

Os programas de verão e inverno que mantemos com o IBS Americas têm a duração de três semanas. Neste período os alunos são motivados a trabalhar em diferentes projetos com o objetivo de aumentar seus conhecimentos no tema do curso escolhido. Nesse cenário, os alunos internacionais são definitivamente um elemento-chave, pois com diferentes origens e culturas participando da mesma aula, o aluno é capaz de visualizar a situação com uma perspectiva mais ampla. Ao final dos programas, os alunos conquistam uma melhora importante em suas habilidades pessoais e de trabalho, e voltam aos seus países com uma visão diferente do mundo e das oportunidades que podem encontrar. Além disso, os programas de três semanas proporcionam aos alunos a oportunidade de conhecer os lugares mais incríveis da Itália e, também, viajar para diferentes países e aprender mais sobre a cultura europeia.

Hoje temos quatro programas organizados em parceria com a IBS Americas: Creativity, Innovation & Entrepreneurship; Business Strategy & Marketing Management; International Management & Leadership; and Operations, Logistics & Lean Management, todos projetados com uma perspectiva internacional tentando demonstrar aos alunos como cada área atua na cadeia global de suprimentos.

3. Você poderia nos contar como os professores são selecionados para lecionar essas aulas?

Selecionamos professores com critérios diferentes, mas estamos focados em escolher os professores que irão melhorar o processo de aprendizagem de cada curso. Os cursos possuem uma combinação do mundo acadêmico e profissional, com professores com grande networking e experiência na área, e todas essas características trabalham juntas para oferecer os melhores programas para os alunos internacionais.

4. Paolo, você pode falar sobre as visitas as empresas e quais empresas os alunos costumam frequentar?

A CUOA Business School está localizada no cinturão manufaturado da Itália e essa característica nos oferece um bom número de empresas, desde as focadas em desenvolvimento de peças mecânicas, alimentos, indústria do vinho, indústrias de roupas e calçados, até a área química. Procuramos proporcionar de 2 a 3 visitas a empresas multinacionais e algumas visitas a empresas que são famosas na Itália e que são as melhores em sua área de atuação. Também quero ressaltar que visitar as pequenas empresas às vezes é mais interessante do que ir às grandes, pois proporcionam um melhor contato com os gerentes e diretores, e possuem uma identidade de empreendedorismo para inovar no mercado que ajudam os alunos a encontrar oportunidades.

5. Professor Paolo, você poderia comentar sobre o Project Work e por que ele é importante para a conclusão do curso?

O Project Work é uma atividade diferente dependendo do curso que o aluno está matriculado. O objetivo é estimular os alunos a desenvolver uma nova perspectiva no processo de aprendizagem sobre Negócios. A maioria dos Project Works são desenvolvidos em conjunto com empresas e é incrível ver como alunos, com diferentes formações, podem ter insights interessantes para resolver os mesmos problemas.

Está gostando desse bate-papo? Clique no vídeo abaixo para conferir a conversa na íntegra e ter acesso a informações importantes para realizar um programa internacional na Itália.

https://www.youtube.com/watch?v=H2-Jcjr2W5M


Clique aqui para conhecer mais sobre a CUOA Business School ou nos links abaixo, para ter acesso aos detalhes dos cursos oferecidos:

– Business Strategy & Marketing Management

– Creativity, Innovation & Entrepreneurship

– International Management & Leadership

– Operations, Logistics & Lean Management

Por dentro da ULV: entrevista com a ex-aluna Erika Klimke

Se você quer entender sobre o dia a dia de alguém que realiza um curso na ULV, está no lugar certo! Conversamos com nossa ex-aluna Erika Klimke sobre sua experiência na turma de setembro de 2019 do curso Advanced Topics in Marketing Management. 

Confira o que a Erika tem a dizer: 

Como foi o primeiro dia do programa? 

O primeiro dia do programa foi bem especial. Obviamente, eu estava ansiosa para saber como seria uma aula totalmente em inglês e principalmente quem seriam os meus colegas de turma. 

Eu já tinha ideia que o networking seria importante, mas não imaginava que existiriam tantas pessoas de diferentes formações, cargos e empresas. Nos conectamos muito através do LinkedIn. 

Qual era sua rotina nos dias de aula? E no fim de semana? 

Algo sugerido pela IBS foi dividirmos quartos e carros para diminuir os custos. Então fiz uma amiga e um amigo antes do curso iniciar e dividíamos o carro mesmo estando hospedados em lugares diferentes. Assim, todos os dias um pegava o outro e íamos para a aula de marketing no período da manhã.
Na hora do almoço, almoçávamos na copa que tinha micro-ondas ou em um restaurante por perto. No período da tarde, nos concentrávamos na aula de inglês para negócios, onde conhecíamos mais pessoas. No final do dia acabávamos aproveitando restaurantes, bares, outlet e principalmente o Walmart! 

Nos finais de semana acordávamos cedo para aproveitar as redondezas, como o parque da Universal, calçada da fama, placa de Hollywood, praias de Santa Monica e muito mais. Como estávamos de carro, era possível dividir e aproveitar com mais colegas de turma. 

Por que você escolheu estudar na University of La Verne? Qual foi sua coisa favorita na universidade? 

Escolhi a La Verne por causa do curso de marketing. Como a minha intenção era me aprofundar e me especializar, decidi optar pela universidade que entregaria mais recursos para a minha formação. 

Sem dúvida, a bagagem profissional da minha professora fez toda a diferença para que eu pudesse sair de lá outra pessoa. No começo eu achava que seria mais do mesmo, mas quando percebi que na verdade ela estava nivelando a turma para nos dar o melhor incitamento possível, percebi que não poderia existir pessoa melhor para nos ensinar sobre marketing global que ela. Além disso, as aulas não eram monótonas, o que fazia com que tudo fluísse melhor! 

Como eram os professores e as aulas? 

A minha professora se chamava Astrid e simplesmente não tenho nada do que reclamar. Como falei no tópico anterior, ela foi o que eu mais gostei na universidade. Podemos ter campi maravilhosos, salas incríveis com muita tecnologia, mas sem um professor capacitado e envolvido de nada vale. Acredito que ela foi o maior diferencial do curso. 

Além do curso, você aproveitou para conhecer outros pontos da Califórnia? Se sim, qual lugar você mais gostou de visitar? 

Sim, aproveitamos muito para conhecer pontos famosos como a placa de Hollywood, calçada da fama e as praias. Mas meu ponto favorito foi o Farmer’s Market de Los Angeles. Senti que não era só uma turista, mas sim alguém que realmente estava fazendo uma troca cultural. O mercado tem uma pegada “mercadão de São Paulo”, e comi lá 3 vezes de tanto que gostei! São vários restaurantes e lojinhas com comidas diferentes, sem dúvida está no topo da minha lista. 

Como foi o dia da formatura? 

Achei muito organizado, para ser sincera. Eu nunca havia participado de uma formatura que realmente começou e terminou no horário proposto. Fora as surpresas dos prêmios que os alunos receberam. 
A comida estava muito boa e foi ótimo ver como todos se divertiram. Obviamente, após as formalidades os alunos se reuniram em um bar para comemorar ainda mais. 

No fim da experiência, o que você acha que mais te marcou no âmbito profissional? E no pessoal? 

Com toda certeza as pessoas. Sinto que demoramos a aprender que são as pessoas que fazem a diferença na empresa e nas nossas vidas. Mas quando você finalmente percebe isso, descobre como essa troca é importante. 

Conheci histórias, carreiras e vidas incríveis de pessoas totalmente diferentes de mim! Isso me ensinou muito e hoje percebo como uma simples troca e mudança de ambiente podem fazer toda a diferença na nossa vida. 


Obrigada pela entrevista e pelos registros de sua experiência internacional, Erika! A IBS Americas deseja que você tenha muito sucesso na sua vida profissional. 

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Por dentro da State University of New York: entrevista com o ex-aluno Flavio Ferreira

O conteúdo programático, professores e as universidades de prestígio são extremamente importantes na hora de escolher um curso internacional, mas aqui você também pode levar em conta a experiência do aluno. Confira o bate-papo que tivemos com o Flavio Ferreira, que foi nosso aluno do curso Corporate Financial Management, turma de julho de 2019, na SUNY.

Como foi o primeiro dia do programa?

O primeiro dia foi muito divertido por estar conhecendo os outros estudantes e até um pouco emocionante, pois tudo era novo para mim, que nunca havia saído do Brasil. Estava conhecendo as instalações da SUNY em New Paltz e toda a estrutura que fazia parte do programa. Eu praticamente já havia decorado o mapa do campus que a IBS Americas havia mandado para os alunos antes, mas ver num arquivo PDF é uma coisa e estar lá é outra totalmente diferente. Já conheci muita gente legal logo no primeiro dia e, depois das apresentações oficiais, me lembro que fomos até o supermercado, onde foi possível conhecer um pouco melhor o campus e a cidade de New Paltz.

Qual era sua rotina nos dias de aula? E no fim de semana?

Os dias de aula eram bem puxados, com a agenda cheia praticamente o dia todo, mas tudo era muito bom. Acordávamos cedinho para tomar café da manhã no refeitório da universidade, depois íamos para o primeiro horário de aula. Almoçávamos no refeitório e logo em seguida voltávamos para a sala de aula para o segundo tempo. Depois das aulas nos reuníamos na biblioteca ou nas áreas comuns do housing para fazer os trabalhos em grupo, preparar as apresentações e pesquisas. Só parávamos mesmo quando já estava anoitecendo (e olha que no verão de Nova York anoitece lá pelas 21h!), isso sem falar nas visitas em empresas que fizemos, que foram ótimas experiências profissionais. Foi uma sensação total de vida de estudante norte-americano. Nos finais de semana ficávamos livres para conhecer os lugares mais próximos. Preferi passar todos os finais de semana em Nova York, pois havia muita coisa pra conhecer.

Por que você escolheu estudar na SUNY New Paltz? Qual foi sua coisa favorita na universidade?

Confesso que escolhi a SUNY New Paltz pelo fato de estar próxima da cidade de Nova York e porque o campus me pareceu ser bem típico de filmes norte-americanos, mas também levei em consideração o programa do curso, que era exatamente o que eu buscava, dentro de gestão financeira, e nas informações sobre a universidade, que parecia ser bem séria e reconhecida. Depois que cheguei lá, me surpreendi positivamente pela organização das aulas e pela estrutura da universidade. Era tudo muito limpo e bem cuidado. Gostei muito do housing, onde tínhamos bastante áreas comuns e espaços livres para estudar, fazer trabalhos em grupo ou apenas relaxar um pouco e conversar com os amigos depois das aulas. 

Como eram os professores e as aulas?

Todos os professores que tive foram ótimos, tanto os de CFM quanto o professor de Business English, que inclusive foi um dos melhores que já tive a oportunidade de ter aula, nunca vou me esquecer do Professor James e das suas aulas incríveis de Business English! Mas todos os professores eram especialistas no assunto, dinâmicos e buscavam sempre exemplos aplicados não só aos Estados Unidos, mas também aos países dos alunos. Era interessante ouvir falar sobre empresas brasileiras e de outros países da América Latina, de onde eram a maioria dos alunos.

Além do curso, você aproveitou para conhecer outros pontos de NY? Se sim, qual lugar você mais gostou de visitar?

Sim, tentei ir em todos os pontos turísticos mais conhecidos e aproveitei para ir em lugares em que não têm muitos turistas também. Tentei ter uma experiência de quem mora por lá. Pude conhecer lugares clássicos como o Central Park, Estátua da Liberdade, Empire State e World Trade Center, também fui em bairros mais afastados do centro, como Harlem e Brooklyn. Como um bom nerd, é claro, gostei muito de ver os dinossauros no Museu de História Natural e as esculturas clássicas do Metropolitan Museum of Art, mas ganhei meu dia mesmo em algumas lojas de quadrinhos, action figures e videogames próximas da Times Square. Adorei passear também em Chinatown!

Como foi o dia da formatura?

O dia da formatura foi um dos mais divertidos! Todos estávamos muito satisfeitos por finalizarmos o curso, e também já começávamos a nos despedir, pois havíamos conhecido gente de todos os lugares do mundo. Ajudei alguns amigos a dar nó na gravata, rsrs. Na cerimônia pudemos agradecer aos professores e às equipes da IBS Americas e da SUNY que estiveram presentes, e depois fui aproveitar o último dia com o pessoal num pub próximo do campus.

No fim da experiência, o que você acha que mais te marcou no âmbito profissional? E no pessoal?

No âmbito profissional acredito que tenha sido a experiência de conhecer estudantes de vários lugares do mundo e ter a vivência de um estudante de ensino superior norte-americano. Conheci pessoas de quase todos os continentes durante o tempo que estive lá e adquiri um ótimo acréscimo no meu currículo. No pessoal, tive a oportunidade de fazer grandes amigos (alguns que até já reencontrei no Brasil e outros que pretendo reencontrar quando conhecer outros países) e conhecer a grandiosidade de uma das maiores e mais importantes cidades do mundo. Foi uma experiência inesquecível e que se pudesse viveria inteirinha de novo!


Obrigada pela entrevista e pelos registros de sua experiência internacional, Flavio! A IBS Americas deseja que você tenha muito sucesso na sua vida profissional.

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